Agrotóxicos podem estar contaminando Aqüífero Guarani

Estudos de geoprocessamento e processamento remoto, coordenados pela pesquisadora Emília Hamada, da Embrapa Meio Ambiente, vão ser utilizados para pesquisar se o uso de agrotóxicos nas áreas de recarga do Aqüífero Guarani estão contaminando o lençol de água. O Aqüífero Guarani, um dos maiores do mundo, possui áreas de recarga próximas a culturas de cana-de-açúcar, soja, arroz irrigado, milho, entre outras. Áreas de recarga são locais ou regiões específicas por onde ocorre o recarregamento direto do aqüífero pelas chuvas, cuja profundidade média, no caso específico do Aqüífero Guarani, é de cerca de 50m de profundidade.(fonte: Campo Grande News) A Embrapa Meio Ambiente, empresa vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, iniciou os estudos usando o SIG (Sistema de Informação Geográfica), e alimentando o programa com informações físicas (solo, clima, relevo), declividade, entre outras. O cruzamento das informações levará ao diagnóstico dessas áreas, que será utilizado para o planejamento adequado a cada cultura e também para simulação de situações com outras culturas e uso de agrotóxicos menos agressivos. As informações são da publicação Ecologia em Notícias, da Ong Ecoa. (fonte: Campo Grande News 2/5/03)


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