Transgênicos - Organismos Geneticamente Modificados
Notícias publicadas ou recebidas em 30/06/2000
| CTNBio decidirá nesta sexta-feira sobre importação de milho transgênico |
| Comissão tem dado pareceres recorrentes favoráveis à introdução dos transgênicos no mercado brasileiro. - BRASÍLIA - A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) anuncia nesta sexta-feira (30) se permite ou não a importação de milho transgênico. A decisão será divulgada depois de dois dias de debates entre os 18 cientistas que compõem o órgão, numa semana em que se acirraram os protestos contra a comercialização de produtos geneticamente modificados no país. |
| http://www.ig.com.br/home/editorial/stories/editorial_body/0,1205,186830,00.html |
| Carrefour contra os transgênicos |
| O Carrefour
aderiu à guerra contra os alimentos geneticamente
modificados. É a primeira vez que uma empresa do varejo
no Brasil se posiciona tão claramente contra os
transgênicos. A rede de hipermercados garantirá aos
consumidores que todos os produtos com sua marca estarão
livres de matérias- primas modificadas. A ação tem forte apelo de marketing, num momento em que o assunto começa a ser debatido pelo grande público. O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e o Greenpeace encontraram em 11 alimentos industrializados comercializados no varejo traços de produtos transgênicos. O Estado do Mato Grosso do Sul acaba de apreender sementes de soja geneticamente modificada contrabandeadas do Paraguai e a Justiça manteve a proibição de plantio da soja alterada produzida pela gigante Monsanto. Pelo menos por enquanto, por falta de legislação específica, o Carrefour no Brasil não fará o mesmo que na Europa - onde a rede não comercializa qualquer alimento transgênico em suas lojas. A restrição só vale para os produtos que levam sua marca, diz o superintendente Jean Duboc. |
| http://www.valoronline.com.br
Nº 43, Sexta (30|6) a Domingo (2|7|2000) Marta Barcellos | De São Paulo |
| Carrefour faz campanha contra produto alterado |
| O Carrefour
decidiu assumir no Brasil a bandeira contra os
transgênicos, que já empunha há anos na Europa.
Segundo o superintendente Jean Duboc, a empresa vai
passar a divulgar para os clientes que todos os produtos
com a marca própria Carrefour e com o selo Garantia de
Origem não utilizam matérias-primas modificadas
geneticamente. Os 51 fornecedores de produtos alimentícios responsáveis pelas marcas próprias da companhia assinaram um termo de compromisso de que não utilizarão transgênicos no processo de produção das mercadorias encomendadas pela empresa. O superintendente diz que a empresa não vai tomar a mesma atitude que tem na Europa - onde não comercializa qualquer transgênico em suas lojas - porque a legislação brasileira ainda está indefinida sobre o assunto, e não obriga a identificação deste tipo de matéria-prima nos rótulos. "Não teríamos como fiscalizar isso", afirma Duboc. O Carrefour tratava o assunto com parcimônia, acreditando que este debate ainda não tinha chegado de fato ao consumidor brasileiro, até ser alvo de uma ação do Greenpeace, na semana passada, na qual foi flagrada a venda de produtos geneticamente modificados justamente em seus hipermercados. O golpe pegou de surpresa a empresa, que na verdade tem todo o interesse nas restrições aos transgênicos e vinha exercendo seu lobby silenciosamente. Somente este ano, o Carrefour exportou 150 mil toneladas da soja brasileira, não modificada geneticamente, para a Europa. A primeira das três embarcações foi inclusive recebida pelo Greenpeace na França com uma "festa brasileira", com direito a carnaval e fantasias. Além da soja, o Carrefour busca outros produtos brasileiros, com o apelo do não-transgênico, para exportar à Europa. Já estão sendo embarcados abacaxis e até uvas de Petrolina - consumidas na Inglaterra. "Esta é uma oportunidade comercial enorme para o Brasil", defende Duboc. |
| Marta Barcellos | De São Paulo |
| Supermercados gaúchos mantêm venda de transgênicos |
| O presidente da Associação Gaúcha de
Supermercados (Agas), João Carlos Oliveira, disse nesta
sexta-feira, que os supermercados gaúchos não devem
retirar de suas gôndolas os onze produtos em que foram
detectados componentes transgênicos em testes de
laboratório. A retirada havia sido solicitada pelo
secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul, José
Hermeto Hoffmann. O secretário pediu que os alimentos
sejam retirados das prateleiras ou que seja informado, em
local visível, o nome dos produtos e a quantidade de
transgênicos de cada um. Oliveira argumentou não está
comprovado que os produtos podem causar riscos para a
saúde. A lista de onze alimentos com organismos
geneticamente modificados foi formada a partir de exames
encomendados pela entidade ambientalista Greenpeace e
pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
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ALIMENTOS |
| http://www.zh.com.br Zero Hora Agora 30/06 - 18:12 |
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