Notícias publicadas ou recebidas em 20/06/2000
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Alimentos vendidos no Brasil estão contaminados com transgênicos |
Testes feitos em laboratórios europeus a pedido do Greenpeace e Idec encontraram 11 produtos contaminados |
Análises encomendadas pelo Greenpeace e Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) em laboratórios europeus detectaram a presença de transgênicos em 11 lotes de produtos vendidos no Brasil. Entre os artigos estão o leite em pó Nestogeno, a sopa Knorr e as salsichas Swift, que estão contaminados com a soja geneticamente modificada Roudup Ready, da Monsanto, além das batatas fritas Pringles, que estão contaminadas com milho transgênico Bt, da Novartis. A comercialização no Brasil de alimentos com insumos geneticamente modificados é ilegal, já que não atende às exigências previstas na Lei de Biossegurança (lei número 8974 de 1995), e viola o Código de Defesa do Consumidor, que garante a clara informação da composição do produto no rótulo da embalagem. O Greenpeace vem denunciando e tem conseguido embargar a importação de matéria-prima transgênica como milho, soja, farinhas e proteínas. Entretanto, esta é a primeira vez que produtos ilegais para venda direta ao consumidor foram encontrados nas prateleiras de supermercados do país. Entre as possíveis conseqüências à saude humana e ao meio ambiente do uso de transgênicos compilados por cientistas estão o empobrecimento da biodiversidade, a eliminação de insetos benéficos ao equilíbrio ecológico, o aumento da contaminação dos solos e corpos d'água devido à intensificação do uso de agrotóxicos e desenvolvimento de plantas e animais resistentes a uma ampla gama de antibióticos e agrotóxicos. "Os fabricantes, importadores e distribuidores de alimentos devem imediatamente retirar das prateleiras estes produtos que oferecem riscos e são comprovadamente ilegais. Os supermercados, por sua vez, devem passar a exigir dos fabricantes e distribuidores comprovação da não contaminação por transgênicos antes de colocar quaisquer produtos a venda", diz Mariana Paoli, Coordenadora da Campanha de Engenharia Genética do Greenpeace Brasil. "Falta também ao Governo Federal assumir a tarefa de fiscalizar a entrada e comercialização ilegal de alimentos transgênicos. É fundamental que a lei que garante a saúde da população e do ambiente seja cumprida". |
| O Greenpeace lançou uma campanha de ativismo virtual <../../campanhas/genetica/analise20000620/cyberactions.html> através de seu site direcionada às empresas e às redes de supermercados na qual os consumidores internautas podem exigir dos fabricantes e redes de supermercados para retirarem do mercado os produtos contaminados com transgênicos. |
| Esta é a relação dos produtos contaminados:
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Nestogeno, da Nestle do Brasil, fórmula infantil a base
de leite e soja para lactentes contaminado com 0,1% de
soja RR; - Salsicha Swift, da Swift Armour, salsichas do tipo Viena contaminadas com 3,9% de soja RR; - Sopa Knorr, da Refinações de Milho Brasil, mistura para sopa sabor creme de milho verde contaminada com 4,7% de soja RR; - Cup Noodles, da Nissin Ajinomoto, macarrão instantâneo sabor galinha contaminado com 4,5% de soja RR; - Cereal Shake Diet, da Olvebra Industrial, alimento para dietas contaminado com 1,5% de soja RR; - Bac'Os da Gourmand Alimentos (2 lotes diferentes), chips sabor bacon contaminados com 8,7% de soja RR; - ProSobee, da Bristol-Myers, formula nao lactea a base de proteína de soja contaminada com 1,9% de soja RR; - Soy Milk, da Ovebra Industrial, alimento a base de soja contaminado com menos de 0,1% de soja RR; - Supra Soy, da Jospar, alimento a base de soro de leite e proteina isolada de soja contaminado com 0,7% de Sja RR. |
| Mais Informações: http://www.greenpeace.org.br |
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Seca faz a importação de
milho explodir - Compras externas podem ultrapassar os 2
milhões de t este ano, dependendo dos resultados finais
da safrinha. |
| A seca, que castiga as lavouras nas principais regiões produtoras, está fazendo o Brasil perder a conta da quantidade de milho irá produzir e importar este ano. Segundo levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), divulgado em maio, a safrinha (produção de inverno) de milho renderia 6,64 milhões de t. Com isso, as importações dobrariam em relação ao ano passado, atingindo 1,6 milhão de t. Mas nem sequer a própria Conab acredita nos números. |
| http://www.uol.com.br/fsp/agrofolh/fa2006200001.htm |
| Alimentos vendidos no Brasil estão contaminados com transgênicos |
| Testes feitos em laboratórios europeus
a pedido do Greenpeace e Idec encontraram 11 produtos
contaminados
Análises encomendadas pelo Greenpeace e Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) em laboratórios europeus detectaram a presença de transgênicos em 11 lotes de produtos vendidos no Brasil. Entre os artigos estão o leite em pó Nestogeno, a sopa Knorr e as salsichas Swift, que estão contaminados com a soja geneticamente modificada Roudup Ready, da Monsanto, além das batatas fritas Pringles, que estão contaminadas com milho transgênico Bt, da Novartis. A comercialização no Brasil de alimentos com insumos geneticamente modificados é ilegal, já que não atende às exigências previstas na Lei de Biossegurança (lei número 8974 de 1995), e viola o Código de Defesa do Consumidor, que garante a clara informação da composição do produto no rótulo da embalagem. O Greenpeace vem denunciando e tem conseguido embargar a importação de matéria-prima transgênica como milho, soja, farinhas e proteínas. Entretanto, esta é a primeira vez que produtos ilegais para venda direta ao consumidor foram encontrados nas prateleiras de supermercados do país. Entre as possíveis conseqüências à saude humana e ao meio ambiente do uso de transgênicos compilados por cientistas estão o empobrecimento da biodiversidade, a eliminação de insetos benéficos ao equilíbrio ecológico, o aumento da contaminação dos solos e corpos d'água devido à intensificação do uso de agrotóxicos e desenvolvimento de plantas e animais resistentes a uma ampla gama de antibióticos e agrotóxicos. "Os fabricantes, importadores e distribuidores de alimentos devem imediatamente retirar das prateleiras estes produtos que oferecem riscos e são comprovadamente ilegais. Os supermercados, por sua vez, devem passar a exigir dos fabricantes e distribuidores comprovação da não contaminação por transgênicos antes de colocar quaisquer produtos a venda", diz Mariana Paoli, Coordenadora da Campanha de Engenharia Genética do Greenpeace Brasil. "Falta também ao Governo Federal assumir a tarefa de fiscalizar a entrada e comercialização ilegal de alimentos transgênicos. É fundamental que a lei que garante a saúde da população e do ambiente seja cumprida". O Greenpeace lançou uma campanha de ativismo virtual <../../campanhas/genetica/analise20000620/cyberactions.html> através de seu site direcionada às empresas e às redes de supermercados na qual os consumidores internautas podem exigir dos fabricantes e redes de supermercados para retirarem do mercado os produtos contaminados com transgênicos. Esta é a relação dos produtos contaminados: - Nestogeno, da Nestle do Brasil, fórmula infantil a base de leite e soja para lactentes contaminado com 0,1% de soja RR; - Pringles Original, da Procter & Gamble, batata frita contaminada com milho Bt 176 da Novartis; - Salsicha Swift, da Swift Armour, salsichas do tipo Viena contaminadas com 3,9% de soja RR; - Sopa Knorr, da Refinações de Milho Brasil, mistura para sopa sabor creme de milho verde contaminada com 4,7% de soja RR; - Cup Noodles, da Nissin Ajinomoto, macarrão instantâneo sabor galinha contaminado com 4,5% de soja RR; - Cereal Shake Diet, da Olvebra Industrial, alimento para dietas contaminado com 1,5% de soja RR; - Bac'Os da Gourmand Alimentos (2 lotes diferentes), chips sabor bacon contaminados com 8,7% de soja RR; - ProSobee, da Bristol-Myers, formula nao lactea a base de proteína de soja contaminada com 1,9% de soja RR; - Soy Milk, da Ovebra Industrial, alimento a base de soja contaminado com menos de 0,1% de soja RR; - Supra Soy, da Jospar, alimento a base de soro de leite e proteina isolada de soja contaminado com 0,7% de soja RR. Mais Informações: |
| Comunicado do Greenpeace Brasil - São
Paulo, 20 de junho de 2000 http://www.greenpeace.org.br |
| CTNBio avalia grãos transgênicos vindos dos EUA e da Argentina |
| Uma reunião que ocorrerá no final deste mês poderá ser o primeiro passo para a liberação das importações do milho transgênico no país. Entre os dias 28 e 30 próximos, os integrantes da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) estarão analisando pareceres de segurança alimentar do milho importado dos EUA e da Argentina. Esses pareceres são baseados em consultas feitas a organismos dos dois países e da Europa. |
| http://www.uol.com.br/fsp/agrofolh/fa2006200003.htm |
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