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Empresa mineira leva agricultura regenerativa a produtores

 

Com a aproximação do período de plantio da safra de grãos, os cuidados com o solo são ainda mais essenciais para evitar perdas e aproveitar melhor os recursos aplicados. Em Minas Gerais, a Cultura Agromais, distribuidora de insumos que atende mais de 20 municípios mineiros nas regiões do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro, está levando tecnologia aos produtores e auxiliando nos cuidados com o solo. O serviço de assessoria oferecido implanta a agricultura regenerativa, que, além de trazer resultados produtivos para os agricultores, ainda atende às demandas dos consumidores, que têm cobrado uma produção de alimentos ambientalmente correta e socialmente justa.

 

De acordo com o CEO da Cultura Agromais, Cesar de Oliveira, a empresa atua no mercado de insumos agrícolas e levando, através da equipe de agrônomos, conhecimento ao produtor. 

 

“Além dos cuidados com a parte aérea das plantas, que já são fortemente adotados pelos produtores, trabalhamos com a regeneração do solo. O solo é vivo e precisa ser cuidado. Com análises corretas e constantes, cuidados e adoção de plantios conforme cada tipo de solo, é possível ampliar a produtividade e os resultados financeiros das culturas”, explicou.

 

Levar a agricultura regenerativa – prática de produzir recuperando os solos – para os produtores tem o objetivo de ajudar a ampliar os resultados, não só baseado em sementes, adubos e fertilizantes.

 

“É preciso olhar o solo e ver como vai conduzir os mais diferentes tipos. A agricultura regenerativa pode ajudar o produtor. Com este trabalho de recuperação e preservação, o solo fica mais vivo, favorecendo para que o teto produtivo das sementes seja maior”, disse Oliveira. 

 

Com os cuidados é possível ativar a biota e os microrganismos do solo. A prática também avalia a condução das lavouras desde antes do plantio até a colheita e utiliza plantas de cobertura, que protegem o solo do sol, favorecendo a maior retenção de água, micronutriente. A prática, além de gerar melhor resultado financeiro, também é essencial para a maior preservação do meio ambiente e para uma produção de alimentos mais sustentável, o que já vem sendo cobrado pelo mercado consumidor.

 

Os serviços prestados aos produtores, independentemente do porte, podem ser aplicados em todas as culturas, desde o milho, a soja, feijão, café, cana-de-açúcar, entre outras. 

 

“Nosso objetivo é mostrar que nosso negócio é muito mais amplo que a venda de insumos e defensivos agrícolas. Queremos entender o solo, cuidar para que o produtor tenha resultado. Mostrar e conscientizar sobre a importância de investir na tecnologia, em plantas de coberturas, produtos biológicos para ganhar qualidade no solo e ter resultados positivos”.

 

A agricultura regenerativa atende ao propósito da empresa de levar os princípios da sustentabilidade ambiental, social e de governança (ESG) para o campo. “Estamos trabalhando com foco ambiental e sustentável, oferecendo soluções que cuidam da regeneração do solo. O agricultor brasileiro está cada vez mais consciente de que precisa investir em tecnologias, tais como as plantas de cobertura, que recuperam o valor do solo, garantindo um elevado potencial produtivo das culturas de forma sustentável e rentável”, explica Oliveira.

 

Plano de expansão  

 

Através do trabalho diferenciado e da expansão da área atendida, a Cultura Agromais, com sede em Patrocínio, está em pleno crescimento. Após registrar, em 2020, um faturamento de R$ 91 milhões, a empresa prevê um faturamento de R$ 250 milhões em 2021. Para este ano está prevista a abertura de três novas unidades, totalizando oito no Estado.

 

Para os próximos cinco anos, a estimativa da Cultura Agromais é atingir R$ 500 milhões em faturamento. “Pretendemos continuar em expansão e chegar a 2026 atendendo a todo o Alto Paranaíba e Triângulo”.

 

De acordo com Oliveira, a demanda pelos produtos e serviços prestados pela empresa é crescente e os produtores rurais estão cada vez mais conscientes da importância de produzir de uma forma mais sustentável e menos agressiva ao meio ambiente.

 

“O produtor rural realmente está preocupado. Muitas vezes, ele colhia um volume por hectare e, hoje, colhe apenas metade. Já está aumentando a consciência de que o cuidado com o solo é necessário para que se tenha resultados positivos”. 

 

Fonte:Diário do Comércio em 15-10-2021

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