“O Brasil possui escala para a produção de gás verde que pode ser usado na produção de combustível sustentável de aviação, além de outros hidrocarbonetos verdes derivados a preços competitivos em relação a fontes petrolíferas”, afirmou.
Para a Organização de Aviação Civil Internacional (Icao), os SAFs representam a melhor alternativa para descarbonizar o setor. Somente a aviação emite aproximadamente 1 bilhão de toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera por ano. O setor é um dos mais poluentes do planeta, representando entre 2% e 3% das emissões globais de CO2.
Além da rota que será utilizada pela Geo, existem outras que também podem ser consideradas para produzir o biocombustível, como o Hidrotratamento de Óleos Vegetais (HVO) e o Alcohol-to-Jet (ATJ).
Entre os desafios para a transição energética está a segurança e a autonomia das aeronaves para o deslocamento de grandes distâncias. Atualmente, os combustíveis de aviação possuem especificações próprias para a regulamentação, com regras rígidas a serem seguidas por empresas e fabricantes comprometidos a atingir a neutralização até 2050.
De acordo com os dados do Índice de Vegetação da NASA, a Terra ficou 10% verde e o deserto do Saara encolheu 700.000 quilômetros quadrados, até agora neste século. O mundo é um lugar mais verde hoje do que há 20 anos, graças à fertilização com CO2, o gás da vida! Os dados de vegetação de incremento de 16 dias da NASA dos últimos 20 anos foram baixados por Zoe Phin e seu resultado diz:
“O índice de vegetação da NASA aumentou de 0,0936 para 0,1029, o que é um aumento de 9,94%. Cerca de 10% de ecologização global em 20 anos! Somos incrivelmente afortunados!” disse Zoe sobre os resultados.
De acordo com um estudo alemão, o mundo esteve mais verde nos últimos 30 anos. Embora seja amplamente divulgado como as florestas tropicais do mundo estão sendo derrubadas, a revista científica alemã Wissenschaft disse que: “A vegetação na Terra vem se expandindo há décadas, mostram os dados de satélite”.
Sim, o planeta está de fato ficando mais verde, e isso é embaraçoso para os alarmistas do clima, que ao longo dos anos conseguiram enganar grande parte da mídia e do público fazendo-a acreditar que as florestas iriam desaparecer com a ladainha de “mudanças climáticas”. O deserto do Saara cobre 9,2 milhões de quilômetros quadrados e encolheu 8% nos últimos 30 anos, de acordo com um estudo de Venter et al em 2018. Mais de 700.000 quilômetros quadrados ou 8% da área tornou-se mais verde.
Esta área é tão grande quanto a França e a Alemanha juntas. Este tem sido o planeta mais bonito em termos de vegetação até agora. A maioria de nós pensa que o dióxido de carbono como “gás de efeito estufa” é um grande problema, mas não é. Em 2020, um estudo foi citado por Kenneth Richard, que afirmou:
“Cerca de 70% da tendência de esverdeamento vegetativo da Terra pós-1980 foi impulsionada pela fertilização com CO2” e que esse esverdeamento compensará 17 anos (equivalente) das emissões antropogênicas de CO2 da Terra até 2100. Os cientistas atribuem o surpreendente crescimento vegetativo ao aumento na concentração de CO2 atmosférico, que é alimento das plantas e os humanos têm sido enganados em acreditar que seja um “poluente”.
“Muitas vezes é esquecido que o CO2 não é um “problema”, mas um nutriente para as plantas”, que constitui uma parte crucial da “base da cadeia alimentar”, relatou a revista Wissenschaft . Resumindo: mais CO2 atmosférico significa mais crescimento das plantas e, portanto, mais alimentos para mais vida. É um completo absurdo quando a grande mídia, governos, empresas e até escolas e universidades ficam alardeando o “fim do mundo” por causa do aumento do CO2, a fonte de alimento das plantas.
E porquê foi criada essa histeria em torno do CO2? Por que tem gente lucrando muito dinheiro com essa mentira. A mentira do século foi o “aquecimento global” que depois virou “mudança climática”. Mas foram superadas por outra mentira, a “pandemia do Covid”.
Co2 aquecimento: estão nos enganando?
Jornalista especializado em agronegócio, editor executivo da revista AgroDBO, além de escritor, Richard Jakubaszko acaba de publicar, com a colaboração dos cientistas Luiz Carlos Molion e José Carlos Parente de Oliveira, o livro “CO2, aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?”.
É um livro polêmico, provocativo, que visa estabelecer um debate entre a sociedade, a ciência e a mídia para que se esclareça a opinião pública sobre as questões do aquecimento global e das chamadas “mudanças climáticas”. A visão dos diversos autores do livro está em contestar aquilo que chamamos de agendas políticas e econômicas por detrás dessa afirmação de que o planeta está aquecendo.
O aquecimento é uma falácia científica, não existe aquecimento, e essa história já é considerada a grande farsa do século XXI; o CO2 é o gás da vida, sem ele não haveria vida no planeta, não haveria fotossíntese…”
Fonte: Stylo Urbano <https://www.stylourbano.com.br/a-terra-ficou-10-mais-verde-nos-ultimos-30-anos-gracas-ao-aumento-do-co2-na-atmosfera/>
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