Rondônia amplia debate sobre agroecologia e produção orgânica em 2018


Um plano de ação para traçar as ações sobre agroecologia e produção orgânica em 2018 será elaborado entre as instituições rondonienses que participaram em Belém, de 12 a 14 de dezembro, do Seminário Regional de Agroecologia e Produção Orgânica, promovido pela Secretaria Nacional de Articulação Social, do Governo Federal, em parceria com o Governo do Pará.

Tendo como pano de fundo os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), o seminário, que contou com representantes governamentais e da sociedade civil, teve como objetivos realizar um intercâmbio entre os Estados da Região Norte sobre as ações, programas e políticas públicas de agroecologia e produção orgânica inseridas na Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Pnapo) e no Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo).

De acordo com o gerente de Agroecologia da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Alexsandro Quirino de Oliveira, o seminário discutiu ainda sobre os programas de crédito para a produção sustentável, além de desafios e oportunidades para o consumo sustentável e Mercados Verdes.

Segundo ele, foram abordadas as experiências existentes em cada Estado, sobre as maneiras que estão trabalhando para difundir informações quanto às características da produção agroecológica, bem como as experiências existentes com a produção orgânica. Em Rondônia, por exemplo, de acordo com o técnico, já existem diversas experiências de produções orgânicas certificadas e tem havido interesse por parte de grupos de produtores que querem iniciar a produção agroecológica.

“Marcamos para o início de janeiro uma reunião para traçarmos um Plano de Ação para 2018, levando em consideração que estávamos num grupo ampliado, com participantes de várias localidades e instituições”, disse. Entre os participantes de Rondônia havia representantes da Emater; do Núcleo de Pesquisa de Rondônia, do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA); de professores da Unir de Rolim de Moura e Instituto Federal de Rondônia, Núcleo de Colorado do Oeste; e da Secretaria Especial do Ministério do Desenvolvimento Agrário em Rondônia; do Instituto Padre Ezequiel Ramin; Rede Terra Sem Males; do Projeto Reca (Reflorestamento Econômico, Consorciado e Adensado) e Associação Extrativista Resex Rio Ouro Preto.

Fonte: Mirian Franco para Rodônia Dinâmica em 22-12-2017


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