? Mercado de biológicos deve chegar a US$ 3 bilhões

Mercado de biológicos deve chegar a US$ 3 bilhões

Média anual de crescimento em torno de 10%, diz Koppert

“O crescimento do mercado de biológicos também é evidenciado com uma média anual de crescimento em torno de 10% e este ano deve atingir US$ 3 bilhões, o que representa 5% do mercado de defensivos em sua totalidade”. A afirmação é de Luciano Olmos Zappelini, derente de Produção e Desenvolvimento da Koppert, em entrevista ao Portal Global Agrochemicals.

“Nos últimos 10 anos todo o segmento do mercado de controle biológico de pragas e doenças cresceu sensivelmente. Os números deste mercado nos últimos 10 anos são extremamente animadores, pois se trata de um mercado muito novo que há poucos anos deixou de ser tendência para tornar-se necessário”, justifica o executivo. 

Zappelini lembra que o mercado de biológicos brasileiro, atualmente, representa 2% do volume anual de defensivos que, em 2015, foi de R$ 9,6 bilhões: “Podemos, por exemplo, medir este crescimento pelo número de produtos biológicos registrados junto Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), mas também pela melhor organização do setor devido ao ótimo trabalho da Associação Brasileira das Empresas de Controle Biológico (ABCBio) fundada em 2007”. 

Outros fatores apontados pelo gerente da Koppert que refletem o crescimento deste segmento são: a profissionalização das empresas atuantes no mercado brasileiro que investiram em tecnologia e desenvolvimento de soluções biológicas frente nossas pragas e doenças, o ingresso de novas empresas e a ampliação de portfólio das empresas já atuantes com defensivos químicos.

“Atualmente, o Brasil se destaca na utilização do controle biológico exatamente pela expressividade de nossos mais de 60 milhões de hectares cultivados anualmente para grãos. Desde a década de 2000, nosso país possui um dos maiores programas de controle biológico do mundo na cultura da cana-de-açúcar. A exemplo desta última, as demais culturas de importância econômica no Brasil denotam o mesmo potencial para uso de ferramentas biológicas para controle de pragas e doenças”, conclui.

Fonte:Agrolink em 26/12/2017 por Leonardo Gottems 


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