Agropalma comemora aumento na exportação de óleos orgânicos em 2003


O faturamento com as exportações de óleos orgânicos do Grupo Agropalma, maior produtor de óleo de palma do Brasil, foi 22% maior em 2003 em comparação com o resultado do ano anterior. Esse número se refere às vendas para países como Alemanha, Estados Unidos e Holanda, mercados cuja demanda por alimentos naturais vem crescendo nos últimos anos.

Segundo Marcello Brito, diretor comercial da empresa, o óleo de palma orgânico sofreu um considerável aumento em seu preço por tonelada, partindo de US$ 660, em 2002, para US$ 761, no ano passado. “Conseguimos agregar mais valor ao buscar mercados para produtos mais elaborados”, comenta.

A Agropalma exportou em 2003 cerca de 700 toneladas de óleo de palma orgânico e derivados, que geraram um faturamento aproximado de US$ 500 mil. “Graças a um trabalho de desenvolvimento e prospecção, estimamos exportar este ano cerca de três mil toneladas de orgânicos”, prevê Brito.

Segundo o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o Brasil dispõe hoje de 270 mil hectares de áreas sob manejo orgânico, o que representa um total de mais de sete mil propriedades rurais produtoras de orgânicos. Esse crescimento se deve principalmente à adequação do sistema de produção orgânica às características de pequenas propriedades com gestão familiar, seja pela diversidade de produtos cultivados em uma mesma área, seja pela menor dependência de recursos externos, com maior utilização de mão-de-obra e menor necessidade de capital.

Dentre os produtos brasileiros que vêm ganhando espaço em outros países estão soja, café, açúcar, castanha-de-caju, suco concentrado de laranja, óleo de palma e, em volumes menores, manga, melão, uva, derivados de banana, fécula de mandioca, gergelim, especiarias (canela, cravo-da-índia, pimenta-do-reino e guaraná) e óleos essenciais (utilizados como essência no preparo de sorvetes, perfumes, bolo etc).

Sobre o Grupo Agropalma (www.agropalma.com.br)

Com áreas de plantio e extração com extensão de mais de 32 mil hectares situados nos municípios paraenses de Tailândia, Acará e Moju, a 150 quilômetros de Belém -na capital estão a refinaria e a unidade de acondicionamento de gorduras-, o Grupo Agropalma é atualmente responsável pela geração de 2,8 mil empregos diretos.

Grande parte desses trabalhadores vive nas agrovilas e nos alojamentos disponibilizados pela empresa, onde contam com clubes recreativos, refeitórios, ambulatórios, farmácia, escola de ensino fundamental, energia elétrica, captação e tratamento de água.

O grupo vem investindo há mais de 20 anos na região Amazônica através da implantação de seu complexo agroindustrial, que contempla o plantio da palma e a produção de óleo para o abastecimento dos mercados nacional e internacional. Essa iniciativa fez com que a empresa desenvolvesse uma infra-estrutura de apoio na região: instalação de energia elétrica, abastecimento de água, assistência médica, criação de malha viária e até a construção de residências. Medidas que vêm gerando receita e proporcionando melhoria de vida ao trabalhador do campo que, assim, não vê a necessidade de buscar alternativas fora de seu habitat.

Já foram empregados mais de US$ 150 milhões no empreendimento, valor que traduz o maior investimento que uma instituição de capital privado nacional já realizou em cultura de palma na América Latina. Isso comprova o compromisso da Agropalma em conciliar o desenvolvimento sustentável, através de atividades ecologicamente corretas, e o desenvolvimento social, a partir de alternativas econômicas viáveis para a região.


fonte: Margarete Storto para Accesso Assessoria de Comunicação em 23/01/2004

Leia Mais:

Mais notícias   Associe-se