Corujas fazem bem às lavouras de milho

 

Pequenos produtores de milho, no Brasil, com propriedades próximas às grandes lavouras, estão constatando a perda de safras, simultaneamente ao desaparecimento das corujas.

Nos Estados Unidos, em 1997, de acordo com a publicação brasileira 'Jornal Verde', estudos realizados por biólogos em lavouras de milho de Decatur, no estado de Illinois, constataram que enormes perdas das safras tiveram como causa o extermínio das corujas, vítimas da aplicação de agrotóxicos para o combate aos gafanhotos.

Eliminadas as corujas, constaram os biólogos, os milharais foram invadidos por ratos.

Caça

A corujas, parentes distantes das águias e falcões e próximas dos curiangos, compõem 150 espécies em todo o planeta, exceto nas áreas polares. Dotadas de olhar 100 vezes mais penetrante que o humano, as corujas conseguem avistar uma presa, mesmo correndo, a 800 metros de distância. Os estudos, em Illinois, indicaram que um bando de corujas (não especificou quantas) 'é capaz de comer cerca de 10 mil desses roedores por quilômetro quadrado em apenas um ano'.

Audição

A audição apurada é outra habilidade da coruja, que é capaz de localizar um som na mais completa escuridão. Mesmo que a presa já tenha escapado ao seu campo de visão, com as garras, a coruja consegue pegar a presa percebendo o seu ruído na fuga. As corujas são encontradas em diversos tamanhos, variando do porte de um pardal até o porte das águias, com envergadura (medida entre as pontas das asas) de quase 2 metros.

fonte:Hoje em Dia, Belo Horizonte, 17 de janeiro de 2003 - Colunas - Negócios S/A - Nairo Almér


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