AGROECONOTAS 49

QUEM PODE AJUDAR?

Hola, Represento la Asociación para la Agricultura Biológico-dinámica de Argentina (AABDA) , y quisiera solicitar información sobre los efectos sobre el medioambiente y salud humana, del glifosato y de el herbicida 2-4D, este pedido me llegó de un grupo de agricultores del norte argentino que estan en pie de lucha contra Monsanto y sus tecnologías en cuanto a semillas transgénicas y otros insumos. Muchas gracias, Diego Vergelin Contatos com [email protected]

FAZENDA BIODINÂMICA

Prezados Senhores,

Possuímos um imóvel rural localizado na região de Serra Negra-SP (circuito das águas), no qual cultivávamos ervas medicinais, respeitando os princípios da agricultura biodinâmica. A coordenação e a orientação da cultura eram feitas por um fiscal do IBD - Instituto Biodinâmico, que, inclusive, residia no local. A propriedade está, portanto, totalmente preparada para práticas alternativas e seguras de agricultura e/ou pecuária. Enviamo-lhes esta mensagem na esperança de que o próximo proprietário seja alguém consciente da importãncia do cultivo ecológico, que compreenda a nossa preocupação com a qualidade de vida no mundo, e que possa dar continuidade ao trabalho que lá implantamos. Com toda certeza, a propriedade trará grande felicidade ao novo dono, e a nós que amamos e devemos muito a ela. Caso haja interesse de V. Sas., favor entrar em contato pelo email [email protected] ou pelo telefone (11) 3898.1276. Seguem abaixo alguns dados do imóvel: Rodovia Amparo - Serra Negra, Km. 143 9 Km até o centro da cidade 38,4 ha. - 16,8 alqueires - 380.000 m2 7 ha. de floresta nativa 1 ha eucalipto. 5 nascentes riacho com cachoeira, pequeno lago, 4 casas, 1 galpão, 2 edícolas ampla área de jardinagem, pomar diversificado infra-estrutura completa Atenciosamente, Joana Lins e Silva J.

PRODUTORES DO CEARÁ LANÇAM CAFÉ ECOLÓGICO

Com uma sessão de degustação para o público, o Café Ecológico "Pico Alto", certificado pela Fundação CEPEMA, foi lançado no dia 12 de março, às 07:30h, na Cobertura do Edifício do SEBRAE/CE, à Avenida Monsenhor Tabosa, 777, em Fortaleza, Ceará. O café é produzido pela Cooperativa Mista dos Cafeicultores Ecológicos do Maciço de Maturité – Comcafé, na Área de Proteção Ambiental do Maciço de Baturité, em região de Mata Atlântica, através de sistemas agroflorestais.O café (Coffea arabica L .) chegou ao Ceará em 1747 pela Serra da Meruoca, sendo cultivado na Serra de Baturité desde 1824. O café ecológico certificado do Maciço de Baturité já foi exportado para a Suécia em duas ocasiões, sob a forma de grãos. Industrializado no Ceará, o café ecológico agregará preço ao produto, trazendo benefícios ecológicos, econômicos e sociais, segundo afirmou o presidente da Comcafé, Fernando Barros. (Boletim Informativo da Rede de ONG´s da Mata Atlântica 08/03/2003)

FAO, Unctad e AGRICULTUA ORGÂNICA


A FAO (Agência das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), a Unctad (Comércio e Desenvolvimento) e a Federação Internacional dos Movimentos de Agricultura Orgânica lançaram a Força Tarefa Internacional para Harmonização e Equivalência na Agricultura orgânica. A organização, sediada em Nuremberg (Alemanha), pretende ser uma plataforma de diálogo entre a sociedade e os setores públicos e privados envolvidos no comércio e da regulamentação das atividades na produção orgânica. O objetivo é facilitar o comércio de bens agrícolas cultivados sem químicos. A força tarefa nasceu da necessidade de os produtores superarem as dificuldades decorrentes do fato de os produtos orgânicos terem diferentes regulações, padrões e etiquetagem em todo o mundo (fonte: Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Suplemento Agrícola – 05/03/03)

Que se fará com a água?


WASHINGTON NOVAES


A julgar pelo relatório World Water Development Report - 600 páginas coordenadas pela Unesco, com a participação de 23 agências da ONU e outras instituições -, não parecem animadoras as perspectivas nestas vésperas do Fórum Mundial da Água, que começa segunda-feira em Kyoto, no Japão.(Mariores informações http://www.estado.estadao.com.br/editorias/03/03/14/aberto001.html)


Produto orgânico já conquistou o cliente externo

O Grupo Agaricus de Pilar, que há cinco anos atua no mercado de cogumelos, pretende ampliar em cerca de 38% a produção, passando dos atuais 800 quilos/mês de cogumelos para 1,1 tonelada a partir de setembro. O produto, cultivado pelos métodos da agricultura orgânica, foi o primeiro a receber certificação do Instituto Biodinâmico (IBD) no País. Além disso, a empresa pretende investir R$ 300 mil na ampliação de estufas e produzir o agaricus em cápsulas e extrato. Atualmente, 90% da produção são destinados ao mercado externo, sendo o Japão o principal comprador, seguido dos Estados Unidos, Canadá e Europa. O cogumelo agaricus orgânico custa em média US$ 200 o quilo, 50% superior ao produto convencional. Segundo a empresa, a participação da Biofach servirá de vitrina para os europeus. (fonte: Panorama Brasil /DCI, 13/03/2003)

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