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Banco de Profissionais (Proagris) da Rede de Agricultura Sustentável

MARCOS ANTONIO BASSANI STAMM LC
Brasileiro, casado,.
Residente em Fortaleza – CE/Curitiba - Pr
E-mail: [email protected]
Tel. (85 ) 32768770 -e  (85 ) 8884 9602 

 

SÍNTESE

Formado em Engenharia Agronômica e Especialização em Administração de Empresas.Profissional com amplos conhecimentos  e experiência em gestão, administração de fazendas, experimentação agrícola, capacitação, gestão financeira e vendas , articulação publica e privada.
Atencioso, estudioso, preparado, corajoso, companheiro e batalhador.

FORMAÇÃO ACADEMICA
Curso Superior Engenharia Agronômica - Curitiba-PR - Universidade Federal do Paraná.
Pós Graduação Administração de Empresas – Organização e Planejamento - Pontifícia Universidade Católica-PUC/PR

IDIOMAS
inglês e espanhol intermediário.

1 - ATIVIDADES PROFISSIONAIS:

01/2004 -12/2007
Diretor de captação de recursos e  capacitação de Técnicos da ONG/OSCIP PLANEFOR  em conjunto com a  FIEC/FAEC/SEBRAE na área de agricultura orgânica.

09/97 a 12/03.
 Consultor do Projeto das Nações Unidas – PNUD, Consultor da MAEDA-MDM,Consultor do IICA ,  Consultor da Bayer Agrícola, Consultor da FAO, Consultor da Fundação de desenvolvimento da Agronomia – Desagro  no Programa de Sustentabilidade e eficácia de propriedades rurais em todo Brasil, com trabalho iniciado no Nordeste  e estendido por nove Estados em dezenas de  fazendas.
Produção de sementes e grãos de Soja, milho, algodão, arroz, feijão, Agricultura Orgânica e  trabalho em piscicultura, silvicultura e pecuária.
1     Trabalho voltado a desenvolvimento de gestão rural, gerenciamento de toda a operação, organização e informatização  de toda área admistrativa,  técnica e financeira  , logística, compras, coordenação de capatazes, empregados e terceirizados, coordenação de plantio e escoamento de safra.
2        Capacitação e motivação de técnicos e agricultores.
3        Iniciado sempre com o estudo de caso sobre os  Negócios do Empreendimento rural.
4        Transformação de empreendimentos rurais em gestão Financeira, Comercial, Administrativa  e técnica de forma lucrativa e eficaz.
5        Avaliação do cenário para os próximos meses e anos.
6        Definir os seguimentos em que trabalharemos para ampliar a lucratividade de cada Negócio.
7        Traçar os novos  objetivos do Empreendimento Rural, e dos setores envolvidos.
8        Estudos para redução de custos, para ampliar a eficácia gerencial e do Negócio.
9        Verificar as dificuldades ,   identificar os obstáculos e definir como suplantá-los.
10      Criar novos mercados e oferecer novos produtos.
11      Traçar, debater e estruturar  metas definitivas.
12       Avaliar e definir o que executar, como, quando e quem.
13       Projetar, discutir, implantar, instrumentalizar o acompanhamento diário/semanal do  orçamento por setor e das  atividades desenvolvidas em todo empreendimento  e seu impacto.
14      Promover métodos e formas  de capacitação de acordo com a eficácia pretendida no Negócio, proceder a constante avaliação de desempenho com atualização e aprimoramento  do quadro funcional.
15      Estabelecer e divulgar novos critérios de premiação por eficácia de resultados baseados na suplantação de metas.
16      Definir os seguimentos em que trabalharemos para ampliar a lucratividade de cada Negócio.
17      Antecipar sempre as soluções aos problemas de gestão.
18      Formação de lideres e  estimulo de trabalho em  equipes.
19      Demonstração de insumos e testes de produtos.
09/96 a 07/ 97
Coordenador de Padronização e Classificação de Produtos Agrícolas (sementes), Subprodutos e Resíduos de Valor Econômico da SDR/MAPA – Ministério da Agricultura e Pecuária em Brasília ( cedido pela CLASPAR) atuando em âmbito de todo Mercosul envolvendo todos os produtos agrícolas.
1   Desenvolvimento de  dezenas de estudos, que culminaram com as alterações na lei de padronização e obrigatoriedade da classificação vegetal.
Inúmeros acordos com todo setor produtivo nacional novas maneiras de definir padrões de comercialização, classificação e fiscalização da qualidade de produtos.

De 09/89 a 08/96.
Gerente da Câmara Setorial de Algodão do Ministério da Agricultura do Abastecimento e da Reforma Agrária - Maara.(cedido pela CLASPAR) Responsável pela articulação intra-setorial com entidades nacionais componentes da Câmara:
OCB, BMF, COAMO, COCAMAR, GLENCORE, IBAMA, INCRA, PNUD, FAO, IICA, MIC, SENAR, SENAI, EMBRAPA-CNPA, AMANE, AMBA, ASBRAER, CNI, CNA, EMATER-PR, FAEB, CREA, CONFEA, ASCLAVE, ANDA, ANDEF, SNPA, SDA, CONTAG. 1989 / 1996.
1        Desenvolvimento de um projeto inovador no governo federal com a finalidade de buscar áreas homogenias entre diversos setores diferenciados da produção de sementes, benefício, industrialização, transformação, comercialização e de têxteis.
2        Produção de  dezenas de medidas técnicas e administrativas e  foi realizada na nossa gestão, os maiores eventos agrícolas da época, sem uso nenhum de recursos públicos.
3        Consultor cedido pelo governo brasileiro durante 1994 para realização do Estudo sobre perspectivas do setor agroindustrial, na próxima década , para o Banco Mundial

De 02/88 a 08/89.
 Consultor na área de desenvolvimento e comercialização agrícola e classificação de Produtos para exportação, junto as Cooperativas Coamo e Cocamar, no Paraná cedido pela CLASPAR /.
Atendendo mais de 3000 pessoas.
1        Cedido pelo Governo do Estado realizamos amplo trabalho junto a todas as Cooperativas Paranaenses, para ampliar a receita das mesmas, utilizando-se do trabalho de produção de sementes de soja, algodão, feijão, trigo e milho e sua certificação.
2        Padronização de produtos, em prol da melhoria de ganhos na comercialização.
3        Projeto aprovado com destaque em todo o Brasil.

01/87 a 02/88.
 Gerente de Estudos e Pesquisa Estadual da Claspar envolvendo, 40 pesquisadores, e 5 Universidades e 15 Cooperativas agrícolas.
1        Implantação  a nível Estadual e depois a nível federal, inovações nos estudos sobre padrões oficiais de classificação, desenvolvendo metodologia inovadora de amostragem de grãos, de produtos e de análise.
2        Através dessa ação, propusemos reformulações significativas na avaliação qualitativa de produtos e melhorar as receitas, quer das Empresas, quer dos usuários da classificação.
3        Trabalhamos estruturando o mesmo trabalho junto a Cooperativas e maiores empresas transformadoras de produtos, dentre elas as associadas da OCEPAR e ABIOVE.

09/82 a 11/86
Gerente de Laboratórios técnicos e de Exportação de Paranaguá da Claspar.
Envolvendo mais de 150 técnicos, e 40 entidades de certificação internacionais. 1.983 a 1.986.
1        Reestruturação dos serviços prestados pela Empresa, incluindo atividade de controle do Poll de recepção de soja no Porto de Paranaguá e gerencia do laboratório de Sementes e Fazendas de Produção.
2        Utilizada as mesmas técnicas gerenciais de organização utilizadas na condução da Gerência de Classificação de Curitiba principalmente na gestão pessoal e treinamentos.
3        Como resultados destaco que Criamos as receitas inexistentes à Empresa que significam até hoje mais de 20 % de sua receita total.
4        Empresa Publica de economia mista na época, que sobrevivia unicamente de sua própria receita gerada, sofria a influencia política, com trocas de funções ou até demissões independente de capacidade de trabalho.
5        Na época assumimos a Gerência estadual, ligada à esfera federal com ligação em Cooperativas do Paraná, Bolsas de Mercadorias e demais entidades ligadas ao Agro-negócio.

07/79 a 02/83
 Gerente de Classificação de produtos agrícolas da Regional de Curitiba da Claspar envolvendo mais de 30 engenheiros agrônomos, 350 técnicos e 40 entidades privadas.
Funcionário efetivo de 1979 a 2002. Na sede da empresa de 1979 a 1989 –cedido a união até 1996, em licença sem vencimentos de 1996 até 2002, quando me desliguei por decisão própria
1        Reestruturamos os serviços prestados pela Empresa, com a implantação de administração por objetivos administrativos e de desempenho funcional, avaliação dos conhecimentos técnicos e funcionais, treinamento e capacitação pessoal, reestruturação de carreiras, substituição de funcionários, avaliação de novos mercados e rentabilidade.
2        Como resultado, destacamos que foi ampliada a receita da Gerência Regional, ampliação da qualidade dos serviços prestados, maior nível de satisfação de clientes e dos funcionários.
3        Acumulamos ambas Gerências.
4        A ampla experiência na área Financeira, englobando a aplicação de recursos, organização de eventos, gestão e capacitação de pessoal, demonstração de produtos, financiamentos, operações internacionais, exportações e importações de bens e produtos e fechamento de câmbios.
5        Planejamento estratégico de médios e longos prazos, com constante monitoramento para redução de custos e otimização das rotinas de trabalho.
6        Trabalhos de motivação de equipe e trabalhos em grupos, com constante promoção de reciclagem e aperfeiçoamento funcional.

01/77 a 07/79
Café do Paraná –Codapar.
5.11-Técnico de produção de sementes de soja, trigo e algodão, nas unidades de Ibiporá, londrina e Assai e Curitiba e responsável em conjunto com o Diretor técnico Derli Dossa pela reestruturação dos centros de produção estadual.

TRABALHOS REALIZADOS E PUBLICADOS.
2.1-Elaboração Criação e Publicação Folder sobre Classificação para o Maara de Feijão, Arroz e Amendoim. /1.985.
2.2- Levantamento Sistemático da Qualidade da Produção Paranaense de Feijão, Milho e Algodão/ 1.985 a 1986.
2.3-Levantamento Sistemático da Qualidade do Algodão Produzido no Brasil para o MAARA, / 1.987 a 1.990.
2.4-Estudos das perspectivas do Algodão no Brasil e no Mundo, para o Ministério da Agricultura no período de 1.991 a 1.996.
2.5-Estudos sobre as Perspectivas do Algodão para a Próxima Década, para o Banco Mundial. Em 1.994.
2.6-Estudos para o Programa das Nações Unidas (PNUD) Sobre Sustentabilidade do Semi-Árido Nordestino juntos á áreas assentadas. (Associativismo, Cooperativismo,
produção de sementes, Desenvolvimento de Equipes, Potencialidade Regional, Gestão da Produção, Orientação de Mercado, Padronização, Classificação e Comercialização de Produtos Agrícolas, Organização de Ações Estruturantes na Área Educacional, de Saúde e Social). Em 1997 e Março de 1998.
2.7-Estudo sobre o melhor aproveitamento de recursos hídricos e desenvolvimento da agricultura, e produção de sementes em áreas de sequeiro para o semi-árido cearense para a Comissão de Agricultura e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa em 1999.
2.8-Autor da Metodologia para demonstração de insumos e sua validação em conjunto com a  Capacitação de Produtores Rurais Através de Unidades de Teste e Demonstração UTD, Metodologia Registrada como Direito Intelectual junto ao Crea Brasília, desde 1997 até hoje. Implantada em 8 Estados.
2.9 – Autor de metodologia inédita para capacitação de técnicos  e agricultores assentamentos rurais em culturas de verão e horticultura irrigada para dezenas de municípios brasileiros. 2004 / 2006
PALESTRAS EFETUADAS.
3.1-Qualidade do Algodão no Brasil, proferida na V Conferência de Tecnologia Têxtil e de Confecção no Senai/Cetiqt/Rj - 1.990.
3.2-Características Tecnológicas da Fibra do Algodão proferida no XIII Congresso Nacional de Técnicos Têxteis em Recife - 1.988.
3.3-Levantamento Qualitativo do Algodão Brasileiro proferida no XIV Congresso Brasileiro De Técnicos Têxteis Em Blumenau - 1.990.
3.4-Situação e Perspectivas da Agricultura e Pecuária no Nordeste, proferida para a Sudene, BNB e Secretarias de Agricultura nos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Maranhão, Piauí, Alagoas e Bahia no Período de 1.991 a 1.995.
3.5-Qualidade do Algodão Brasileiro proferida 50th Plenary Meeting Of The International Cotton Advisory Committee, Em Antalya-Turquia em 1.991.
3.6-Cotton Production Prospects For The Next Decade, proferida durante a realização do Ismailia International Workshop - Egito - 1.994.
3.7-Qualidade e Perspectivas do Algodão Brasileiro para próxima década, proferida para Corretores e Técnicos da BM&F / 1.993 e 1.994.
3.8-Características Tecnológicas das Fibras de Algodão Produzida no Brasil, proferida no Iº Encontro do Algodão, Promovida pela Bm&F em Águas de Lindóia / 1.988.
3.9-Qualidade do Algodão Brasileiro e Características Tecnológicas da Fibra do Algodão no Brasil e no Mundo proferida no V Encontro Nacional do Algodão no Centro Nacional de Pesquisa de Algodão/Embrapa / 1.991.
3.10-Levantamento das Características Tecnológicas do Algodão Brasileiro, em Relação aos Similares Internacionais proferida junto À Fundação Blumenauense de Estudos Técnicos em 1988 e Senai-Cetiqt/Rio de Janeiro / 1989 ª 1996.
3.11-Sistemas Organizacionais Agrícolas nas Áreas de produção agrícola de Sequeiro, Piscicultura e Silvicultura proferida junto ao Banco do Nordeste, nos Estados do Nordeste em 1996 a 2005.
3.12-Resultados Econômicos da Profissionalização de Produtores através de UTD nos Anos de 1999 ª 2006 proferidas em todo Nordeste Brasileiro junto a Empresas Privadas, Cooperativas Agrícolas e de Credito, Organismos Internacionais, Governos Estaduais. 16 Palestras. Em 2004 a 2006.

OUTRAS ATIVIDADES
4.1-Membro da Câmara Setorial Têxtil do MICT . 1.993 / 1.995.
4.2-Membro do Comitê Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP) da Cadeia Têxtil do MICT, no Período de 1.991 a 1.994.
4.3-Coordenador do Programa de Revitalização do Algodão Brasileiro através dos Protocolos de Ação Integrada entre os Setores Público e Privado nos Estados do Ceará, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Paraíba, Rio Grande Do Norte, Alagoas, Sergipe, Mato Grosso, Sergipe, Bahia e São Paulo, com captação de recursos, gestão orçamentária e comercialização. No Período de 1.991 a 1.995.
4.4-Chefe da Delegação Brasileira no 50th Plenary Meeting Of The International Cotton Advisory Committee – ICAC. Em Antalya-Turquia /Setembro de 1.991.
4.5-Chefe da Delegação Brasileira no 51th Plenary Meeting Of The International Cotton Advisory Committee – ICAC. Em Liverpool - Inglaterra / Outubro de 1.992.
4.6-Chefe da Delegação Brasileira no 52 Th Plenary Meeting Of The International Cotton Advisory Committee – ICAC. Em Nova Delhi - Índia / Outubro de 1.993.
4.7- Realização do 53th Plenary Meeting Of The International Cotton Advisory Committee - ICAC e II COTTON BRASIL, único responsável pela sua organização, planejamento técnico e orçamentário e captação de recursos, além de vendas de cotas de patrocínios dos mesmos. Em Recife - Brasil / com mais de 3000 Participantes e 500 Empresas. Outubro de 1.994
4.8-Chefe da Delegação Brasileira no 54 Th Plenary Meeting Of The International Cotton Advisory Committee – ICAC. Em Manila - Filipinas / Outubro de 1.995.
4.9- Realização da I Feira Nacional da Agroindústria do Algodão e Suas Misturas - Cotton Brasil, responsável pela sua organização, planejamento técnico e orçamentário e captação de recursos, além de vendas de cotas de patrocínios dos mesmos. Em Recife /Pe / com Mais de 1500 Participantes e 300 Empresas. Maio de 1.993.
4.10- Realização do III COTTON BRASIL em Fortaleza-Ce único responsável pela sua organização, planejamento técnico e orçamentário e captação de recursos, além de vendas de cotas de patrocínios dos mesmos. / Com 600 Participantes e 80 Empresas. Outubro de 1.996.
4.11-Elaborador e Executor do Projeto de Levantamento Sistemático da Produção Agrícola junto aos Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará, Pernambuco, Bahia, Mato Grosso, Goiás, com visita a todas as cidades para desenvolvimento de levantamento e treinamentos metodológicos e gestão orçamentárias e mercados. 1992 / 1994.
4.12-Elaborador do Programa e  Coordenador Regional do programa de resgate da cidadania no meio rural através da recuperação do cultivo do algodão e da Produção de sementes de outras culturas agrícolas junto às em assentamentos da reforma agrária e comunidades rurais nas fazendas Transval, Jacurutu, Santa Helena, Carrapateira, Targinos, Salgadinho, Iguaçu, Esperança, Ipueira Da Vaca, Guarani Bom Lugar, São Joaquim, Todos Os Santos com responsabilidade na captação de recursos e gestão econômica dos empreendimentos. 1997/1998.
4.13-Organizador e Responsável pela Realização do Workshop sobre Manejo Integrado do Bicudo do algodoeiro e resultados econômicos da profissionalização de produtores através de UTD e sua integração em mercados externos pelo Comitê Consultivo Internacional do Algodão, Banco Mundial, Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária, Governos do Nordeste.
Responsável por toda organização administrativa, captação de recursos e viabilização econômica do evento. / Fortaleza Ceará. Em Junho de 2002.
4.14 – Coordenador de Programas de combate a pobreza e a fome através de cultivo de produtos orgânicos irrigados em periferia de grandes cidades pelo Planefor. De 2004 a agosto de 2006.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:
5.1- Extensão rural - Organização e Planejamento Agrícola em áreas de agricultura familiar. EMATER/ PR. 1976-1977.
5.2 -Produção, Beneficiamento e Colheita de Sementes de Algodão, CAFÉ DO PR. Milho, soja, arroz, feijão. Janeiro/dezembro 1977 a 1979
5.3- Experimentação Agrícola UFPR/PR
Janeiro/junho 1.979.
5.4-Comercialização e Gestão para Negócios Rurais – UFPR. 1979.
5.5-Engenheiro Agrônomo Classificador de produtos agrícolas Ministério da Agricultura/BRASIL
(algodão, arroz, feijão, soja, trigo e produtos amiláceos, hortícolas, olericolas) 1980.
5.6-Beneficiamento e Classificação Física do Fumo SOUZACRUZ. Junho/agosto 1.981.
5.7-Planejamento Estratégico.
Fundação Getulio Vargas-FGV-1985
5.8-Aspectos Sociológicos no Meio Rural –UFPR –1986.
5.9-Classificador de algodão na BM&f SÃO PAULO.
Janeiro a maio 1988.
5.10-Métodos e procedimentos para levantamento de características Intrínsecas extrínsecas de produtos agrícolas. Instituto Agronômico de Campinas- IAC/ S.P/ Senai- Cetiqt/RJ, Fundação Blumenauense de técnicos têxteis SC. Janeiro/junho 1989.
5.11-Sistemas de Organização Comunitária e procedimentos em Irrigação no KIBUTZ OZOCOTT- ISRAEL.
Outubro/novembro 1.991
5.12- Reprodução e Controle de Pragas Agrícolas FRANÇA
No IRCT/ MONTPELIER. Setembro 1.991
5.13- Sistemas de Produção de agricultura de Sequeiro e Irrigada em Agricultura Familiar. CNPA/EMBRAPA 1992
5.14- Gestão de Mercados e Negócios na Cooperativa Mourauense - COAMO/ PR.1993
5. 15 - Curso de gestão em Organizações não Governamentais pela Unifor /CE 2001


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