---> Novidades da Rede de Agricultura Sustentável

Atualizaçãonº 03/2005 em 25/01/2005

19 de abril

Na Raiz do Sítio 

ELISANGELA APARECIDA TONON

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Página Eventos  - http://www.agrisustentavel.com/eventos.htm

CONSEA promove videoconferência sobre a
Lei de Segurança Alimentar - 26/04

Garantir por Lei Federal o Direito Humano à Alimentação aos brasileiros é prioridade do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA). Por deliberação da II Conferência Nacional, o órgão está elaborando uma proposta de Projeto de Lei Orgânica. Os debates serão ampliados na próxima Reunião Plenária do Conselho com a participação dos CONSEAs Estaduais e Distrital, por meio de uma Videoconferência, no próximo dia 26/04 às 14h.

A Lei pretende estabelecer no país instrumentos e ações de Segurança Alimentar e Nutricional de forma permanente, definindo direitos e deveres do poder público, da família, empresas e da sociedade. Além disso, vai instituir de forma permanente o CONSEA, órgão de assessoramento da Presidência da República. E criar também mecanismos para monitorar a situação nutricional da população.

Durante a transmissão da reunião, representantes dos CONSEAs Estaduais vão fazer exposições ao vivo e enviar perguntas por fax ou e-mail, através do sistema de videoconferência do Interlegis. Um programa do Poder Legislativo de integração entre o Senado, Câmara Federal e Tribunal de Contas da União com as Assembléias Legislativas Estaduais e Distrital. Além disso, qualquer pessoa interessada poderá assistir em tempo real no site www.presidencia.gov.br/consea . Até o momento, 18 estados confirmaram participação.

Programação
A abertura será feita pelo presidente do CONSEA, Chico Menezes e o secretário-executivo do órgão, ministro Patrus Ananias. Outros três conselheiros vão apresentar a proposta do Grupo de Trabalho, responsável pela elaboração do Projeto de Lei.

A Videoconferência será divida em três temas: Natureza e Composição do CONSEA, Instância de Coordenação das Ações de Governo e Definição da Política de Segurança Alimentar e Relações com os Conselhos Estaduais e Municipais. Em cada bloco ou tema falará um representante do Grupo de Trabalho.

Serviço
Informações para os CONSEAs com Mirian Baccarin
E-mail: [email protected]
Telefone: (61) 411.3280

Assessoria de Comunicação do CONSEA
(61) 411.3349/ 2747
[email protected]
www.presidencia.gov.br/consea

Olá ,

Espero que possam participar do ENAC 2005, principalmente do I Congresso Brasileiro de Empreendimentos Sociais Sustentáveis, acho que vcs podem apresentar alguma palestra, trabalho ou oficina, e quem sabe podem até apoiar de forma financeira nosso evento, visite o site www.cepecs.org.br/enac e baixem o projeto do evento no link downloads.

Aguardo contato,

Kadu
Diretor Presidente do CePECS Brasil

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O Centro de Pesquisas e Estudos Científicos e Sociais - CePECS Brasil, organização ambientalista, sem fins lucrativos, em conjunto com a Fundação Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisa das Tartarugas Marinhas - Fundação Pró-Tamar, tem a satisfação de anunciar a realização do Encontro Nacional dos Amigos do CePECS (Edição 2005), evento que incluirá o I Congresso Brasileiro de Empreendimentos Sociais Sustentáveis (COBESS'05), a I Jornada Brasileira de Assuntos Institucionais do CePECS Brasil, e a I Mostra Sergipana de Esportes de Aventura, estes e outros eventos sócio-culturais aconteceram na cidade de Pirambu, Sergipe, de 17 a 23 de julho de 2005.

Os eventos reunirão pesquisadores, estudantes, profissionais, instituições públicas e empresas para apresentar, analisar e discutir trabalhos científicos, novidades, tendências, e demais assuntos de interesse para o desenvolvimento sustentável do Brasil.


--
Carlos Eduardo Silva
Diretor Presidente do CePECS Brasil
[email protected]
Telefone (79) 9968-8795
Aracaju - Sergipe

a Ecobusiness School está promovendo o curso de curta-duração  LICENCIAMENTO E CONTROLE AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS URBANOS VI I , estamos com as  inscrições abertas para este, que  está previsto para ser  realizado de   25 a 28 de abril  aqui em Belo Horizonte  -MG . É um curso bastante interessante, estamos com a  7 ª turma em 2 anos e tem uma  demanda muito  alta . O coordenador deste cur so é o  PROF. PAULO MACIEL JÚNIOR , que ocupou os seguintes cargos: Secretário Municipal de Meio Ambiente e Saneamento de Belo Horizonte, Presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Belo Horizonte, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da FEAM, Presidente do Comitê da Bacia do Rio das Velhas e etc... , além dos demais instrutores altamente qualificados. Quem  se interess ar em conhecer o curso, favor enviar e-mail para [email protected] ou ligar (31) 4009-9501, para que eu possa enviar o programa do curso, Obrigado. ESTAMOS COM AS ÚLTIMAS VAGAS DISPONÍVEIS. FAÇA JÁ SUA RESERVA!!!
Summer School on Environmental Management - Prague - July 2005

SETAC Europe Summer School 2005 on Environmental Management


July 11th—16th, 2005, Prague, Czech Republic


Website: http://sess.vscht.cz/ict.htm


Plenary topics * Excursion * Conference * Field Studies


Study subjects of SESS 2005 Environmental Management course are selected from a
broad variety of scientific topics. Our intention is to offer to participants
high quality level scientific information that will be valuable for them during
their under and postgraduate studies, together with following professional
career.


Study subjects are focused on the practical application of knowledge. All
lectures will be arranged in a friendly and non-formal atmosphere, where enough
time will be allowed for discussion.


Selected subjects cover these areas of environmental issues:


Principles of Ecology


Environmental Sampling


Environmental Education


In-situ ecogenotoxicity


As any environmental science cannot be practiced only from lecture halls and/or
laboratories, we shall arrange field studies and excursions.


The scope of these “outdoor activities“ is to visit, on the one hand, pristine
natural sites and, on the other hand, polluted areas. Practical work will
involve environmental sampling of contaminated soils and/or surface water,
which will be followed by on-site chemical and/or biological assessment of the
samples.


Certified course of Environmental Sampling


All participants of Environmental Management course which attend 1 day lecture
of Environmental Sampling together with following 1 day Environmental Sampling
field practice will get a possibility to obtain Certificate of Environmental
Sampling. This service will be provided by CSLab (Service Laboratory Centre,
Prague) and will cost 40 EURO.


Conference and SESS 2005 Proceedings


All participants of Environmental Management course will get a possibility to
present their scientific work in the form of 20 minute plenary lecture. Full
texts of presentation will be published in SESS 2005 Proceedings with ISBN
code.

Local organizing committee


Vladimír Koèí, Martin Kubal, Lucie Kochánková
Department of Environmental Chemistry
Institute of Chemical
Technology, Prague, Czech Republic


Contact:


Vladimír Koèí, PhD.


Department of Environmental Chemistry


ICT Prague


Technická 5


166 28 Prague 6


Czech Republic


Phone: (+420) 220 44 4171


Fax: (+420) 220 44 4171


E-mail: [email protected]


>>INVITACIÓN >>V CONVENCION INTERNACIONAL MEDIO AMBIENTE Y DESARROLLO >>LA HABANA, CUBA, 4 AL 8 DE JULIO DEL 2005 >> >>CONTACTO E INFORMACION:  ...snip... > http://www.scenicrc.org/members_planes/default.asp?imagefile=BobnRosaFleet.jpg&imagefile2=RosaLazyBee2.jpg&imagefile3=RosaAirCore.jpg&headertext=Some+of+Bob+and+Rosa 's+fleet&captiontext=That+aircore+won't+just+won't+die!++Don't+forget+to+wash+the+Lazy+Bee's+windows.

artigos

Repasso arquivo com o artigo de Luiz Carlos Molion
CONSIDERAÇÕES SOBRE A INTERLIGAÇÃO DA BACIA DO TOCANTINS COM A BACIA DO S. FRANCISCO

  publicado na Revista Ciência Hoje da SBPC, de setembro de 2003,
............................................................................ ......
From: "luiz carlos molion" <[email protected]> To: [email protected]
Segue artigo sobre a transposição. As figuras estão ligeiramente diferentes das da Ciência Hoje porque, como vc sabe, os editores sempre as mudam . Mas o texto permaneceu inalterado. Só depois que o artigo foi publicado foi que consegui as curvas área x cota e volume x cota. E a mensagem à lista é fruto desses cálculos recentes, embora eu sempre tenha argumentado que o espelho d´água de Sobradinho é um dos "vazamentos" do rio. No dia 25 , estarei em Campina Grande (PB) para uma palestra "Perspectivas Climáticas para a Paraíba" no evento "SOS SEmi-Árido Paraíba". Qualquer dúvida, entre em contato.
Abraço,
Molion

CONSIDERAÇÕES SOBRE A INTERLIGAÇÃO DA BACIA DO TOCANTINS COM A BACIA DO S. FRANCISCO

INTRODUÇÃO

O rio S.Francisco é um rio de grande importância social e econômica dentro do contexto nacional, particularmente no que se refere à geração de energia elétrica e a irrigação de terras com grande potencial agrícola. Nos últimos 20 anos, em relação ao período 1926-73, o rio sofreu uma redução de quase 15% em sua vazão, medida no Posto de Pão de Açúcar (AL), o que prejudicou seriamente a geração de energia elétrica, particularmente à jusante do lago de Sobradinho, tendo sido a população brasileira submetida a um racionamento de energia elétrica e diminuído o crescimento econômico do País. Este relatório aborda os aspectos de variabilidade de longo prazo, a que o rio está submetido, e apresenta sugestões para minimizar as perdas de vazão ocasionadas pela variabilidade natural do clima.

VARIABILIDADE CLIMÁTICA.

É estimado que 75% da água que corre no leito do rio sejam provenientes das Serras da Canastra e Vertente, na região Sudeste. Silva et al. (2001) mostraram que a causa mais importante da variabilidade das chuvas sobre a bacia é a influência exercida pelo fenômeno El Niño-Oscilação Sul, fenômeno de escala global que perturba o clima do planeta, repetindo-se a cada 3 a 7 anos. Em anos de El Niño fortes, quando as águas do Oceano Pacífico estão anomalamente quentes, chove mais no Alto S. Francisco e o leito do rio tem mais água disponível. Em anos de La Niña , em que as águas do Pacífico estão frias, ocorre o inverso. A Figura 1 mostra que existe um “dipolo de chuvas” em sua bacia. Nela vêem-se isolinhas de coeficientes de correlação entre as todas estações pluviométricas com dados disponíveis, tomando-se o Posto de Pão de Açúcar (AL) como referência. Observa-se, claramente, que os sinais de correlação do Alto e Médio S. Francisco são contrários aos do Submédio e Baixo S. Francisco. Em outras palavras, quando chove mais no Alto S. Francisco, a região do Baixo S.Francisco fica submetida a secas e vice-versa.

Análises de vazões de rios são de grande valia para se estudar a variabilidade climática regional porque a bacia do rio funciona como um grande pluviômetro, integrando a água caída em sua área e mascarando os efeitos que os microclimas impõem sobre precipitações registradas por pluviômetros pontuais. Foi feita, então, a análise da variabilidade temporal da vazão do rio medida no Posto de Pão de Açúcar (AL) que se localiza à jusante de todos aproveitamentos. A implantação do lago de Sobradinho, cujo objetivo foi o de regularizar sua vazão à jusante, impôs modificações no regime do rio. Para entender o quão marcantes tenham sido essas

modificações, a série de vazões mensais foi quebrada em dois períodos, sendo o primeiro de 1926 a 1973, quando ainda não existia o lago, e o segundo, de 1980 a 1995, em que o lago já estava inserido na bacia. A Figura 2 mostra a série temporal do Índice de Vazão de Rio (RDI), obtido através da normalização dos desvios mensais de vazão, com relação às médias dos dois períodos distintos, pelos desvios-padrões dos dois períodos. Dessa forma, a ordenada indica quantos desvios-padrões a vazão esteve acima ou abaixo da média num dado mês. Os efeitos de eventos El Niño e La Niña são bem visíveis nessa Figura como, por exemplo, o decréscimo de vazão devido aos La Niñas de 1955-56 e 1988-89, e os aumentos de vazão devido aos El Niños de 1986-87 e 1992- 93. A análise espectral da série mostrou periodicidades aparentes de 5 a 7 , 12, 22 e 49 anos, sugerindo a possível existência de flutuações cíclicas em seu deflúvio, possivelmente ocasionadas por El Niños ( 5 a 7 anos) e os ciclos solares, o de manchas (11 anos) e o de reversão de polaridade do campo magnético (22 anos). Nesse último caso, por exemplo, o possível ciclo de 22 anos significaria que o rio passaria 11 anos com deflúvios abaixo e 11 anos com deflúvios acima de sua média histórica.

No canto superior da Figura 2, foi inserida uma pequena tabela que mostra as médias e desvios-padrões totais dos dois períodos estudados. No período 1926-73, a média da vazão anual foi igual a 3.046 m 3 /s enquanto a do período 1980-95 foi igual a 2.596 m 3 /s, ou seja, um decréscimo de 450 m 3 /s correspondente a cerca de 15%. Em contrapartida, uma análise das séries temporais de algumas estações pluviométricas espalhadas pela bacia revelou que houve uma tendência de aumento dos totais pluviométricos anuais ao longo do Século XX, isto é, aparentemente, choveu mais no período em que o rio apresentou o decréscimo de vazão. A única explicação possível para esse decréscimo de vazão é a perda por evaporação que ocorre nos lagos de Sobradinho e Itaparica, que estão inseridos dentro de uma região semi-árida em que prevalecem ventos Alísios de SE soprando constantemente. O lago de Sobradinho apresenta uma área de 4.214 km 2 em sua cota normal de operação e o de Itaparica 836 km 2 de área. Utilizando-se a metodologia de Penman, com algumas considerações sobre o balanço de radiação e de energia na região, para cálculo da evaporação da superfície dos lagos, obteve-se uma perda média de 8 mm/dia por evaporação. Aplicando-se essa taxa para as áreas dos dois lagos, que somadas atingem 5.050 km 2 , obtêm-se uma perda média por evaporação de 468 m 3 /s, valor estimado teoricamente que é muito próximo do decréscimo de vazão (450 m 3 /s) registrado nos dois períodos da série de vazões estudada. Para se ter uma idéia do que essa perda por evaporação representa, menciona-se que o rio Colorado, que transformou a Califórnia, EEUU, no maior pomar do mundo, tem uma vazão média de 528 m 3 /s. Em outras palavras, os dois lagos perdem juntos, para a atmosfera, um rio Colorado inteiro por evaporação. Com relação à geração de energia, essa vazão representaria uma adição de um mínimo de 750 MW ou 6,6 TWh, equivalente a US$223 milhões por ano.

INTERLIGAÇÃO TOCANTINS-SÃO FRANCISCO

No Brasil, os sistemas de geração estão interligados, podendo-se transportar energia elétrica da região Norte para a Região Sul e vice-versa. Porém, as bacias hidrográficas não estão interligadas, não sendo possível transpor água de uma para outra. É o caso particular da bacia do Tocantins que, até a embocadura do rio do Sono, afluente de sua margem direita, apresenta uma área de cerca de 230 mil km 2 , com altas vazões médias mensais (Tabela 1) e muito pouco aproveitadas. Existem vários projetos em fase de inventário e apenas um em execução (Lajeado, TO). A Figura 3 é a Carta Aeronáutica Mundial WAC3068, Porto Nacional, que mostra a lagoa do Varedão que interliga as bacias do Tocantins e do S.Francisco, através dos rios do Sono e Novo (Tocantins) e dos rios Sapão, Preto e Grande (S. Francisco), este último desaguando em Barra (BA), à montante do lago de Sobradinho. Estima-se que aconteça, durante o período de cheias do Tocantins, uma transposição natural de cerca de 80 a 110 m 3 /s para o S.Francisco e que esse fato já era conhecido desde o Império, quando o Barão Homem de Mello (1885) registrou-o em seu famoso Atlas (Botelho, 2000). Um canal de cerca de 150 km de extensão, interligando o rio do Sono (Tocantins) com o rio Sapão (S.Francisco), e as obras hidráulicas apropriadas, seriam suficientes para tornar permanente e controlada a transferência de água para o S. Francisco. Certamente essa obra custaria menos que os prejuízos causados pelo recente racionamento de energia ou pela quantia gasta para amenizar o sofrimento da população nordestina, em cestas básicas e frentes produtivas, em cada evento de seca severa.

No ano de 2001, devido a dois eventos La Niña consecutivos (1999/2001), o reservatório de Sobradinho teve seu volume útil reduzido a menos de 6%, prejudicando a geração de energia da CHESF, toda a população e a economia regional. Analisando a Tabela 1, à montante da embocadura do rio do Sono, vê-se que o volume acumulado entre novembro e maio, 7 meses correspondentes ao deflúvio da estação chuvosa, perfaz um total de 83.282 hm 3 (1hm 3 =1 milhão de m 3 ). A transposição de 20% desse volume, isto é, 16.700hm 3 , corresponderia praticamente a 50% da capacidade total do reservatório de Sobradinho e seria feita com uma vazão de cerca de 920 m 3 /s durante aqueles 7 meses apenas. Essa transposição não afetaria a Hidrelétrica de Tucuruí já que a vazão média do Tocantins é multiplicada por um fator 3,5 após receber seu maior afluente , o rio Araguaia.

Portanto, além do custo ser baixo, parece só haver vantagens em interligar as duas bacias em princípio. Com relação à geração de energia elétrica, já existem cerca de 10.000 MW de potência instalada no S.Francisco e uma adição de 16.700 hm 3 elevaria a vazão média anual do rio em cerca de 530 m 3 /s, aumentando a geração em, pelo menos, 6 TWh anuais, equivalente a US$200 milhões de dólares. Em adição, a Hidrelétrica de Xingó, que hoje conta com 6 turbinas de 500MW de potência, foi projetada para ter um total de 10 turbinas que, se instaladas, teriam seu custo reduzido já que a infraestrutura existe, diminuindo sensivelmente o custo do MWh gerado. Mas é na agricultura de alto retorno, na qual se destaca a fruticultura irrigada durante parte do ano apenas, é que está o grande potencial do vale do rio. De acordo com a CODEVASF, existem 8,1 milhões (ha) de hectares potencialmente irrigáveis mas apenas 1,5 milhões de ha eventualmente poderiam ser irrigados devido às restrições hídricas decorrentes de conflitos em seus usos múltiplos. Nas condições atuais, essa área seria o limite superior, pois consumiria cerca de 15 mil hm 3 por ano de água e o rio mal dispõem desse volume, já que o aporte de água médio anual em Sobradinho é cerca de 88 mil hm 3 , com 65 mil hm 3 de deflúvio regularizado e cerca de 10 mil hm 3 de perda por evaporação. Essa área de 1,5 milhões de ha, ocupada com fruticultura, apresentaria um rendimento bruto de cerca de US$30 bilhões anuais, que poderia ser dobrado se toda água transposta do Tocantins fosse utilizada para a mesma finalidade.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A variabilidade interanual das chuvas nas cabeceiras do rio São Francisco decorre principalmente de fenômenos climáticos de escala global, principalmente dos fortes eventos El Niños e La Niñas. Em particular, nesse último La Niña de 1999/2001, o reservatório de Sobradinho atingiu 6% de sua capacidade total, levando parte do País a sofrer um racionamento de energia elétrica sem precedentes, com problemas sociais e econômicos associados. Uma das soluções propostas para minimizar os efeitos da variabilidade climática é a interligação dos rios Tocantins e S. Francisco, através de seus afluentes rios do Sono e Novo (Tocantins) e dos rios Sapão, Preto e Grande (S. Francisco), cuja confluência com o S. Francisco dá-se em Barra (BA), à montante de Sobradinho. O ponto de interligação seria a lagoa do Varedão, por onde já fluem cerca de 100 m 3 /s naturalmente durante as cheias do Tocantins. Sem muito custo, seria possível transpor cerca de 16.700 hm 3 por ano, que correspondem a 50% da capacidade total do reservatório de Sobradinho. Mostrou-se, ainda, que a perda de água por evaporação dos lagos de Sobradinho e Itaparica, em suas cotas normais de operação, chega à cerca de 450 m 3 /s. A proposta adicional para aumentar a disponibilidade de água na bacia é que a cota de operação do lago de Sobradinho, principalmente, seja reduzida de 1,0 metro . Dessa forma, a área do lago reduzir-se-ia de cerca de 30% e a perda por evaporação diminuiria de 120 m 3 /s. A cota de operação poderia ser reduzida sem comprometer as atividades econômicas uma vez que a disponibilidade hídrica estaria garantida pela transposição das águas do Tocantins. Uma das opções para o uso dessa maior disponibilidade de água seria o estabelecimento de agricultura de alto retorno, como fruticultura irrigada durante parte do ano, que poderia gerar uma renda bruta anual de US$60 bilhões, se implantada em 3 dos 8,1 milhões de hectares.potencialmente aproveitáveis no vale do S. Francisco, e uma oferta de cerca de 10 milhões de empregos diretos. Um aspecto adicional é que, nessas circunstâncias, poderiam ser aduzidos os 70 m 3 /s planejados para amenizar a deficiência hídrica dos outros Estados Nordestinos - Ceará, Paraíba, Piauí e R. G. Norte - sem interferir nas atividades dependentes da água. É claro que o vale do rio S.Francisco sofreu impactos ambientais severos em função das atividades humanas desregradas ao longo dos anos e que, além do reforço de água a ser suprido, haveria a necessidade de se recuperar o ambiente e os ecossistemas, particularmente as matas ciliares que são fundamentais no controle da erosão e do assoreamento da calha do rio.

BIBLIOGRAFIA

Botelho, C.L., 2000. Seca: Visão Dinâmica, Integrada e Correlações. Editora ABC Fortaleza, p.300, Fortaleza, CE.

Silva, D.J., H. M. A. Imbuzeiro, L.C.B. Molion e M.A. M. Lemes, 2001. O dipolo pluvial da Bacia do São Francisco, Anais do IX Simpósio Brasileiro de Geografia Física, Recife (PE), 14-18 de novembro.

TABELA 1 .

VAZÔES DO RIO TOCANTINS E RIO DO SONO

NA FÓZ DO R.SONO R. SONO BACIA

(HM 3 /MES) (M 3 /S) (M 3 /S)

JAN 14947 5581 15348

FEV 17915 7405 24413

MAR 15318 5719 21904

ABR 11995 4628 20439

MAI 6339 2367 12161

JUN 4346 1677 6427

JUL 3300 1232 4395

AGO 2690 3370 3370

SET 2533 3255 3255

OUT 3591 3883 3883

NOV 6198 6358 6358

DEZ 10570 3946 10915

ANO 8312 4118 11072

fontE: Agência Nacional de Águas (2002)

Figura 1: Correlação das anomalias de precipitação de todas estações da Bacia do Rio S.

Francisco tendo Pão de Açúcar (AL) como referência.

Figura 2: Curva de vazão do Rio S.Francisco ( IDR ) verso tempo para o posto de Pão de Açúcar

(AL). No quadro inciso vê-se que a diferença de vazão entre o período 1926-73 e 1980-1995

foi cerca de 500 m 3 /s, que corresponde à perda de evaporação dos lagos de Sobradinho e

Itaparica .

Figura 3. Carta Aérea Mundial WAC3068 mostrando a Lagoa do Varedão (ponto azul), o R.Tocantins na

parte inferior e o R. S. Francisco e Lago de Sobradinho na parte superior (Extraído de

Botelho, 2000)

Figura 4. Detalhe do divisor de águas entre as bacias do São Francisco e do Tocantins. No

Centro, à direita, aparece o rio Preto e o rio do Sono à esquerda (fonte: ANA, 2002)

Figura 5. Zoom sobre o divisor de águas, mostrando a pequena distância existente entre o rio

Sapão, afluente do rio preto, e o rio do Sono. (fonte: ANA, 2002)

Manifestos - http://www.agrisustentavel.com/manifestos.htm

Manifesto de Porto Alegre

Desde o primeiro Fórum Social Mundial realizado em Porto Alegre, em janeiro de  2001, o fenômeno dos fóruns sociais se estendeu a todos os continentes, inclusive nos níveis nacional e local. O Fórum favoreceu a emergência de um espaço  público  planetário  da  cidadania  e  de  suas lutas, assim como a elaboração de propostas de políticas alternativas à tirania da globalização neoliberal  impulsionada  pelos  mercados  financeiros e as transnacionais, cujo braço armado é o poder imperial dos Estados Unidos.

Por  sua  diversidade,  assim  como pela solidariedade entre os atores e os movimentos  sociais  que o compõe, o movimento altermundista se transformou em  uma  força  que  já é levada muito em conta em todo o planeta. Entre as inumeráveis  propostas  que  têm  saído  dos fóruns, um grande número delas conta  sem  dúvida  com  um  amplo apoio junto aos movimentos sociais. Nós, signatários  do  Manifesto  de  Porto  Alegre,  que nos exprimimos a título estritamente pessoal, sem pretender, de modo algum, falar em nome do Fórum, identificamos  doze  destas  propostas  que,  em  conjunto,  dão  sentido à construção  de outro mundo possível. Se fossem aplicadas, permitiriam que a cidadania começasse por fim a reapropriar-se de seu futuro.

Submetemos  estes  pontos fundamentais à apreciação dos atores e movimentos sociais  de  todos  os  países. São eles que, em todos os níveis - mundial, continental,   nacional  e  local  -  poderão  levar  adiante  os  combates necessários  para  que  se  transformem em realidade. Nós não temos nenhuma ilusão  sobre a real vontade dos governos e das instituições internacionais em aplicar espontaneamente estas propostas.


A)  Outro  Mundo Possível deve respeitar o direito à vida de todos os seres humanos, mediante novas regras econômicas. Para tanto, é necessário:

1)  Anular a dívida pública dos países do Sul, que já foi paga várias vezes e  que constitui, para os Estados credores, os estabelecimentos financeiros e  as instituições financeiras internacionais, a melhor maneira de submeter a  maior parte da humanidade à sua tutela e mantê-la na miséria;

2)  Aplicar taxas internacionais às transações financeiras (especialmente a Taxa  Tobin  às  transações  especulativas  de  divisas); aos investimentos diretos no estrangeiro, aos lucros consolidados das transnacionais, à venda de armas e às atividades que emitem de forma substantiva gases que produzem o efeito estufa;

3)  Desmantelar  progressivamente  todas  as  formas  de  paraísos fiscais, jurídicos  e  bancários,  que  nada  mais  são  do  que  refúgios  do crime organizado, da corrupção e de todos os tipos de tráficos, fraudes e evasões fiscais, operações delituosas de grandes empresas e inclusive de governos;

4)  Cada  habitante  do  planeta  deve ter direito a um emprego, à proteção social  e à aposentadoria, respeitando a igualdade entre homens e mulheres, sendo este um imperativo de políticas públicas nacionais e internacionais;

5)  Promover  todas  as  formas  de comércio justo, rechaçando as regras de livre  comércio  da  Organização  Mundial  do Comércio (OMC) e colocando em execução  mecanismos  que  permitam,  nos  processos  de produção de bens e serviços,  dirigir-se progressivamente a um nivelamento por alto das normas sociais   (tal   como  estão  consignadas  nas  convenções  da  Organização
Internacional   do  Trabalho,  OIT)  e  ambientais.  Excluir  totalmente  a educação,  a saúde, os serviços sociais e a cultura do terreno de aplicação do  Acordo  Geral Sobre o Comércio e os Serviços (AGCS) da OMC. A convenção sobre  a  diversidade  cultural,  que  atualmente  está  sendo negociada na Unesco,  deve  fazer  prevalecer explicitamente o direito à cultura sobre o direito ao comércio;

6)  Garantir  o  direito  à  soberania  e segurança alimentar de cada país, mediante  a  promoção da agricultura campesina. Isso pressupõe a eliminação total  dos subsídios à exportação dos produtos agrícolas, em primeiro lugar por  parte  dos  Estados Unidos e da União Européia. Da mesma maneira, cada país  ou  conjunto  de  países  deve  poder  decidir  soberanamente sobre a proibição  da produção e importação de organismos geneticamente modificados destinados à alimentação;

7)  Proibir  todo  tipo  de patenteamento do conhecimento e dos seres vivos (tanto  humanos,  como  animais  e  vegetais)  do  mesmo  modo  que  toda a privatização de bens comuns da humanidade, em particular a água;



B)  Outro  Mundo  Possível  deve  encorajar  a  vida  em comum em paz e com justiça, para toda a humanidade. Para tanto, é necessário:

8) Lutar, em primeiro lugar, por diferentes políticas públicas contra todas as  formas de discriminação (sexismo, xenofobia, anti-semitismo e racismo). Reconhecer   plenamente  os  direitos  políticos,  culturais  e  ambientais (incluindo o domínio de recursos naturais), dos povos indígenas;

9) Tomar medidas urgentes para colocar um fim à destruição do meio ambiente e   à  ameaça  de  mudanças  climáticas  graves devido  ao  efeito  estufa resultante,  em  primeiro lugar, da proliferação do transporte individual e do  uso  excessivo  de energias não renováveis. Começar a implementar outro modelo  de  desenvolvimento  fundado na sobriedade energética e no controle democrático  dos  recursos  naturais,  em particular a água potável, em uma escala planetária;

10)  Exigir  o  desmantelamento  das bases militares estrangeiras e de suas tropas  em  todos  os  países, salvo quando estejam sob mandato expresso da Organização das Nações Unidas (ONU);


C)  Outro Mundo Possível deve promover a democracia desde o plano local até o global. Para tanto, é necessário:

11)  Garantir  o  direito à informação e o direito de informar dos cidadãos mediante  legislações  que:  a)  ponham  fim  à concentração de veículos em grupos  de  comunicação  gigantes;  b) garantam a autonomia dos jornalistas diante  dos  acionistas;  c)  favoreçam  a imprensa sem fins lucrativos, em particular  a  dos  meios  alternativos  e  comunitários. O respeito destes direitos  implica  contra-poderes  cidadãos,  em  particular  na  forma  de observatórios nacionais e internacionais de meios de comunicação;

12) Reformar e democratizar em profundidade as organizações internacionais, entre elas a ONU, fazendo prevalecer nelas os direitos humanos, econômicos, sociais  e  culturais,  em  concordância  com  a  Declaração  Universal dos Direitos  Humanos.  Isso  implica a incorporação do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional e da Organização Mundial do Comércio ao sistema das Nações  Unidas.  Caso  persistam  as violações do direito internacional por parte  dos Estados Unidos, transferir a sede da ONU de Nova York para outro país, preferencialmente do Sul.


Porto Alegre, 29 de janeiro de 2005

Aminata  Traoré,  Adolfo  Pérez  Esquivel,  Eduardo Galeano, José Saramago, François  Houtart,  Boaventura  de  Sousa Santos, Armand Mattelart, Roberto Savio,  Riccardo  Petrella,  Ignacio  Ramonet,  Bernard Cassen, Samir Amin, Atilio Boron, Samuel Ruiz Garcia, Tariq Ali, Frei Betto, Emir Sader, Walden Bello, Immanuel Wallerstein

  • MP 232 para os pequenos produtores e os Bancos como ficam?




    Medida Provisória 232/04 é prejudicial à agricultura familiar
    Fetaesc pede a senadores e deputados que se posicionem contrários a alteração de retenção de IR
    Ofício nº 060/05 São José, 10 de fevereiro de 2005.

    Prezado Senhor:

    A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Santa Catarina – FETAESC, representa um segmento muito importante da agricultura familiar catarinense. Sendo filiada à CONTAG, busca defender e aprimorar os interesses que fortaleçam e defendam a agricultura familiar em nosso Estado.

    A emissão datada dos dias 30 e 31 de dezembro de 2004, da Medida Provisória nº 232, que altera a legislação tributária federal que impõe a retenção da alíquota do imposto de renda em 1,5% sobre a renda bruta do produtor que recebe mais que R$ 1.164,00 por mês com a venda de produtos agropecuários é considerada prejudicial ao desenvolvimento de nosso setor da agricultura familiar, que já possui diversas perdas anuais significativas relacionadas a insumos e serviços, onde seus custos cresceram nos últimos anos bem mais do que a remuneração correta dos preços finais dos produtos agrícolas.

    Estimamos que haverá um efeito cascata progressivo de elevação de preços finais de diversos produtos, se o aumento desta alíquota for implantado como está sendo planejado, a um setor que já apresenta diversos problemas que contribuem para o aumento da evasão do campo, principalmente envolvendo a juventude rural.

    Sugerimos que a arrecadação tributária federal seja mais intensificada e melhor fiscalizada, e que os impostos para os grandes produtores, empresários, bancos, empresas transnacionais, sejam melhor organizados e taxados, trazendo uma maior divisão de renda do País e não prejudicando as classes produtoras mais frágeis e de menor capacidade de acúmulo de capital financeiro e produtivo.

    A FETAESC representa 235 Sindicatos dos Trabalhadores Rurais e 44 Extensões de Base, que atuam em 279 municípios catarinenses e que representam mais de 120 mil filiados e indiretamente 1 milhão de trabalhadores rurais de nossa agricultura familiar do Estado de Santa Catarina.

    Solicitamos ao nobre Parlamentar que se posicione contra a aprovação dos itens que contemplem os temas acima citados e esperamos contar mais uma vez com sua coerente posição.

    Atenciosamente,

    ANTONINHO ROVARIS MARIA DAS GRAÇAS F. DARÓS

    PRESIDENTE SECRETÁRIA GERAL

    AOS

    EXMOS. SRS.

    SENADORES DA REPÚBLICA E DEPUTADOS FEDERAIS

    BRASÍLIA – DF.

    AR/MS/lczs.

Banco de Profissionais - http://www.agrisustentavel.com/proagris

CURRICULUM VITAE

I – DADOS PESSOAIS

Nome: Baltazar José da Silva

Estado Civil: casado

Data de Nascimento: 12/02/76

Nacionalidade: Brasileiro

Habilitação: 02357947214-AD-

Carteira Profissional: 0039960-00100-SP

Filiação: José Antonio da Silva e Etelvina Ferreira

Endereço: Rua: João Said Zoguib, 171, Lagoa Branca - SP.

Fone: (019) 36791190 E-mail: [email protected]

II – FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Técnico Florestal

Centro Estadual de Educação Profissional Presidente Costa e Silva

(Colégio Florestal) IRATI-PR

 

III – APERFEIÇOAMENTOS

- Citros: Plantio, Manutenção, Controle de Doenças e Pragas.

- Essências Florestais: Mata Ciliar, Nativa, Seringueiras, Plantas Medicinais.

- Silvicultura: Viveiros Florestais, Solos e Conservação, Ecologia Florestal.

- Exploração Florestal: Mecanizada e Semi Mecanizada, Estrada Florestais.

- Medição da Madeira e Inventário Florestal, Proteção Florestal, Topografia.

- Tecnologia I e II, Sistema Agrosilviculturais e Legislação Florestal.

IV – CURSOS

-Operação e Manutenção de Trator e Regulagem de Implementos.

- Treinamento de trabalhador na aplicação de agrotóxico

- III Encontro Nacional de Técnicos Florestais

- 1º Amostra de segurança e medicina do trabalho

- Manutenção e utilização de produtos STHIL

- Curso de espanhol – CEE Prof. Presidente Costa e Silva.

- Curso Básico Informática.

 

V – ESTÁGIO

Técnico Florestal, Empresa: International Paper do Brasil LTDA

- Área Departamento de Reflorestamento

- Implantação Florestal

- Plantio Manual e Mecanizado

- Tratos Culturais: Manutenção

- Condução de Brotação/ Interplantio

- Administração de Pessoal e Atribuições de Tarefas

VI – EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

- Mogi Serviços e Engenharia LTDA.

- Supervisor Operacional

Baltazar_José_da_Silva

Técnico Florestal

ELISANGELA APARECIDA TONON

24 anos, solteira

Rua José Coutinho da Conceição, 36 – Vila Nova Aracruz/ ES – CEP: 29190-000

Fone: (27) 3256-1074 / (31)8807-1460

[email protected]

FORMAÇÃO ACADÊMICA

Graduação: Engenharia Florestal – UFV Universidade Federal de Viçosa

Ensino Médio: Centro Educacional Casa do Estudante

HISTÓRICO PROFISSIONAL

ARACRUZ CELULOSE S/A - 20/12/2004 a 20/01/2005

Cargo exercido: Estagiária

Atividades desenvolvidas:

- Organização dos dados de IFL - Inventário Florestal Convencional, coletados de acordo com a nova metodologia de Inventário Florestal e carga / processamento dos dados no SIF - Sistema de Informações Florestais.

- Revisão do Manual de Inventário Florestal, adequando-o à nova metodologia adotada, alterando tanto os procedimentos de campo quanto os de escritório.

SIDERPA – SIDERÚRGICA PAULINO - 06/07 a 27/07

Cargo exercido: Estagiária

Atividades desenvolvidas:

- Acompanhamento de reforma e implantação de área reflorestada com eucalipto para produção de carvão

LABORATÓRIO DE ENERGIA DA MADEIRA – UFV - 03/2004 a 07/2004

Cargo exercido: Estagiária

Atividades desenvolvidas:

- Produção de Chapas de compósitos com diferentes espécies de eucalipto

IDIOMAS

Inglês - Intermediário

INFORMÁTICA

Windows, Word, Excel, Internet

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

Espírito de Equipe: Disposição para trabalhar em equipe, se preocupando com propostas e soluções que não visem somente seus próprios interesses.

Iniciativa: Capacidade de iniciar trabalhos e projetos, buscando alternativas sem a necessidade de intervenção superior, mantém uma postura pró-ativa se antecipando aos possíveis problem

Marilane Nascimento Irmão

Trabalhar como Engenheira Florestal. Atualmente busco novas oportunidades visando aprimoramento de minhas qualificações profissionais.B - MARILAN

Simone Graça Leite Diniz - “Buscar novos desafios para minha carreira e aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos”. -  
rea de interesse: agroecologia, desenvolvimento rural sustentvel e agricultura orgnica.

LiNKS

Eis aí mais uma oportunidade, além de consumirem álcool em seus veículos,
vcs podem consumir lenha em seus fogões, e contribuir efetivamente com o
seqüestro de carbono atmosférico, ao invés de utilizar os fósseis GLP ou GN
e promover o efeito estufa.
Nem nas feiras técnicas da Alemanha, vi um fogão tão eficiente e simples
como este em
www.ecofogao.com.br

Oportunidades de Emprego e Estágio - http://www.agrisustentavel.com/oportunidade.htm

Escolas e Especializações - http://www.agrisustentavel.com/editais.htm

floresta

Sistema informatizado agiliza licenciamento ambiental 07/04/2005 O Ibama lançou hoje o Sistema de Informações sobre o Licenciamento Ambiental (Sislic), que disponibilizará, via internet, a tramitação de todos os processos de licenciamento sob avaliação do instituto. O sistema, totalmente informatizado, agilizará os procedimentos para concessões de licença, garantindo aos processos mais qualidade e transparência. O Sislic estará disponível no site do Ibama ( www.ibama.gov.br/licenciamento ) e o primeiro módulo a ser inaugurado será o de licenciamento de usinas hidrelétricas. Gradualmente, novos módulos serão incorporados ao sistema: o de mineração, o de petróleo, o de gás natural, o de hidrovias, o de ferrovias e portos. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e os secretários executivo, Claudio Langone, de Biodiversidade e Florestas, João Paulo Capobianco e de Qualidade Ambiental, Victor Zveibil, participaram da solenidade, presidida pelo presidente do Ibama, Marcus Barros. Marina Silva disse que entre todas as responsabilidades do MMA, o licenciamento ambiental tem sido aquela com maior nível de críticas externas, mas também uma das que mais tem apresentado avanços e apresentado resultados concretos. Segundo ela, em 2004 foram emitidas 218 licenças, um record nos últimos cinco anos. Quando assumimos o governo, havia 45 hidrelétricas já concedidas pela ANEEL que não estavam em operação, muitas devido a embargos judiciais. Esse problema decorria fundamentalmente de um modelo equivocado, onde os fatores ambientais só eram avaliados depois que havia se investido milhões de reais na concessão. Hoje, 76% desses empreendimentos estão equacionados. De acordo com o diretor de Licenciamento Ambiental do Ibama, Nilvo Silva, com o novo sistema será possível identificar mais cedo os problemas nos processos de licenciamento. Esperamos que críticas e conflitos surjam mais cedo, assim teremos tempo para ajustar e corrigir projetos, evitando ações judiciais, afirmou Nilvo. No discurso, a ministra também falou sobre os investimentos feitos na área de licenciamento como forma de fortalecer o Sistema Nacional de Meio Ambiente. No final de 2002, a Coordenação-Geral de Licenciamento contava com 75 técnicos, sendo 7 servidores públicos e 68 consultores. Em novembro de 2004, somavam-se 121 técnicos, sendo 64 analistas ambientais, 27 consultores e 30 contratados em caráter temporário, através de processo seletivo simplificado, disse. Florestas e transgênicos Marina Silva falou, ainda, sobre o projeto de lei de Gestão de Florestas Públicas, que tramita no Congresso Nacional em regime de urgência. Segundo ela, o Ibama não sofrerá nenhum tipo de esvaziamento com o modelo de gestão proposto. Todas as atribuições do órgão serão mantidas e ele será acrescido de novas atribuições. De acordo com a ministra, o projeto acaba com as ações que geravam a grilagem de terras, e que produziam a forma de uso indevido dos recursos naturais, além de privatizar as terras públicas. A ministra lembrou que, ao contrário do projeto de lei de Florestas Públicas, a Lei de Biossegurança subtraiu a competência do Ibama ao atribuir à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) a responsabilidade para liberar as sementes geneticamente modificadas no País. Naquela época sim, houve uma subtração, e essa subtração tem que ser reconhecida e reparada a luz dos anos, porque o artigo 225 da Constituição Federal (prevê a estudo prévio de impacto ambiental para atividades que ameacem o meio ambiente) foi aviltado, disse a ministra. Ela lamentou que, na ocasião, alguns segmentos do setor ambiental não tenham se manifestado contra, como agora protestam contra o PL de Florestas Públicas.

No Ramal Noticias Em Agricultura Sustentável e Correlatos - http://www.agrisustentavel.com/san

  • Setor não está regulamentado dentro do país - orgpirata
  • Brasil "caça" processadores de orgânicos - elaborg
  • Usina de biodiesel do Maranhão produzirá 60 mil litros diários mabio

Mandalas melhoram qualidade de vida de agricultores familiares
Agência Sebrae de Notícias: (61) 348-7494 Tecnologia de baixo custo e fácil aplicação, as mandalas, desenvolvidas pela Agência Mandala e disseminadas com apoio do Sebrae, passam a integrar a Rede de Tecnologias Sociais (RTS) Brasília - Uma tecnologia de baixo custo e fácil aplicação tem melhorado a qualidade de vida de pequenas comunidades rurais do semi-árido paraibano. Trata-se da mandala, sistema de agricultura familiar sustentável que passa a integrar a Rede de Tecnologias Sociais (RTS), que será lançada nesta quinta-feira (14) por uma parceria formada por 14 instituições governamentais e não governamentais como Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O evento será às 9h30 na sede na Confederação Nacional do Comércio (CNC), em Brasília. “Esse é um projeto que tem sido muito importante para a gente, porque chegou no fim de 2001, quando teve uma forte estiagem aqui na região”, afirma Socorro Gouveia, líder comunitária do assentamento Acauã, no município de Aparecida (PB), onde vivem 114 famílias. Criado pela organização não-governamental Mandala, o sistema mandala foi introduzido no assentamento de Acauã com o apoio do Sebrae. Atualmente, no assentamento existem cerca de 64 mandalas instaladas nos quintais das propriedades, além de uma de uso comunitário, que atende a cerca de oito famílias. As mandalas são compostas por um tanque com dois metros de profundidade por seis de diâmetro e capacidade para até 30 mil litros de água. Ao redor, são cultivados alimentos básicos como feijão, arroz, mandioca, batata, hortaliças e frutas. Além disso, o poço central serve para criação de peixes e aves. E as fezes dos animais são utilizadas como fertilizante orgânico para adubar a terra. Isso possibilita o cultivo de produtos orgânicos, que além do benefício à saúde dos assentados, criam boas perspectivas econômicas, já que são cada vez mais valorizados pelo mercado nacional e internacional. Socorro Gouveia lembra, no entanto, que antes do retorno econômico, a primeira mudança trazida pela disseminação das mandalas no assentamento de Acauã foi na qualidade da alimentação. Até então, os assentados não tinham acesso às hortaliças. “Antes da mandala, ninguém conhecia berinjela, rabanete e espinafre, porque não tinha água suficiente para cultivar essas verduras”, recorda. Apesar de a maior parte da produção ser voltada para subsistência dos assentados, alguns produtores já vendem o excedente. “Parte do que é cultivado pela mandala comunitária já está sendo vendido na feira em Aparecida”, diz Socorro Gouveia. Em Cabaceiras, no Cariri paraibano, agricultores familiares também estão sendo beneficiados pelas mandalas. É o caso de dona Leni Rodrigues da Costa Sousa, que, inclusive, já consegue elevar a renda com as visitas de técnicos de todo o País que vão à sua pequena propriedade para conhecer o sistema. “Além de plantar as hortaliças e criar os animais, quando vem comitiva do Sul aqui, eu faço um almoço com as coisas que produzo aqui e ainda ganho um dinheirinho a mais”, diz dona Leni. Investimento Atualmente, o Sebrae é um dos principais apoiadores do projeto desenvolvido pela Agência Mandala. Tanto que no fim do ano passado, a instituição assinou parceria com Fundação Banco do Brasil (FBB) e Ministério da Integração Nacional para construir, ainda em 2005, cerca de 1.090 unidades em todo o País. Cada parceiro vai investir R$ 2 milhões para concretizar o projeto de construção dos sistemas de agricultura familiar. “A expectativa é que, com a criação da Rede de Tecnologias Sociais, seja possível atrair mais parceiros para projetos como esse e, com isso, aumentar o volume de recursos para fazer mais mandalas e introduzir mais tecnologias sociais”, assinala Juarez de Paula, gerente da Unidade de Desenvolvimento Local do Sebrae Nacional.
Rede de Tecnologias Sociais vai difundir barraginhas pelo País Sistema de contenção de água de enxurradas desenvolvido pela Embrapa Milho e Sorgo, de Sete Lagoas (MG), será disseminado nos estados do Norte e Nordeste As 'barraginhas' apresentam baixo custo de implantação e contribuem para reduzir o êxodo rural Brasília - A Rede de Tecnologias Sociais (RTS), que será lançada nesta quinta-feira (14), às 9h30, na sede da Confederação Nacional do Comércio (CNC), em Brasília, terá a missão de difundir experiências sociais que tiveram bons resultados para regiões mais carentes do País. A rede é resultado de uma parceria entre 14 instituições governamentais e não governamentais como Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Sebrae, Finep, entre outras que atuam nas áreas de tecnologia e projetos sociais. A rede terá a missão de reaplicar nas Regiões Norte, Nordeste e periferias de grandes cidades 'tecnologias sociais' que obtiveram êxito em outros pontos do País. As tecnologias sociais são caracterizadas pelo baixo custo de implantação, fácil aplicação e alta capacidade para elevar ocupação e renda das populações de baixa renda. Uma das tecnologias sociais que será difundida pela RTS é a das 'barraginhas', pequenas barragens cavadas no solo para conter as enxurradas, evitar a erosão e ainda armazenar água para lavoura e criação de animais. A técnica foi desenvolvida pela unidade de Milho e Sorgo de Sete Lagoas (MG) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). As 'barraginhas' são caracterizadas pelo baixo custo e pelo alto poder de conter o êxodo rural. A construção de uma unidade custa cerca de R$ 150. Em Minas, o preço facilitou a difusão da tecnologia em assentamentos e associações de pequenos produtores, principalmente nas regiões do Vale do Jequitinhonha e do norte do Estado, onde aproveitar a água – mesmo a das enxurradas – é questão de sobrevivência. As barraginhas são poços que variam de 16 a 20 metros de diâmetro por 1,5 metro a 2 metros de profundidade. Geralmente, são cavadas em seqüência, tendo em vista os veios capilares, locais por onde correm as enxurradas e há a inclinação do terreno. “A idéia é amenizar as enchentes e aproveitar o excesso de água na criação de animais e na lavoura”, explica o idealizador do sistema, Luciano Cordoval, engenheiro agrônomo da Embrapa Milho e Sorgo. Quando os poços enchem, a água infiltra no lençol freático e acaba por aflorar nas baixadas dos terrenos, que ficam propícios para culturas de subsistência como feijão, arroz, milho, soja e sorgo. Já a parte média dos terrenos - locais em que a água do lençol freático fica a cerca de dois metros do solo - é possível cultivar fruteiras de raiz mediana, como goiabeiras, cítricos e até uva. Em locais mais altos, com o lençol freático mais profundo, é possível plantar abacate e manga, que têm raízes maiores. Em algumas regiões, os capões, ou seja, áreas mais elevadas dos terrenos podem servir para cultura do eucalipto. “Ao proporcionar a criação de uma franja úmida embaixo de cada ‘barraginha', a água represada da enxurrada permite criar diferentes áreas que para o desenvolvimento sustentável da agricultura”, assinala Cordoval. Segundo ele, em algumas regiões, conforme a infiltração da água no solo, é possível até criar peixes. “No centro da 'barraginha' surge uma espécie de pequeno oásis e em volta dele cria-se um circulo virtuoso de vida. Isso porque as frutas que são plantadas ao redor caem no solo, atraem os pássaros e animais que estavam sumidos como as capivaras. As fezes desses animais fertilizam o solo e tudo isso ajuda a combater a desertificação e a trazer dignidade e cidadania para as pequenas comunidades rurais”, aponta Cordoval.
Construção de 'barraginhas' tem melhorado agricultura familiar Tecnologia de cunho social, as 'barraginhas' têm melhorado as condições de agricultores familiares do norte de Minas e Vale do Jequitinhonha; em Buritis (MG), barragens evitam poluição do rio Urucuia Barraginhas são alternativa para armazenar água nas regiões mais secas de Minas Gerais Brasília - Projeto iniciado a pouco mais de oito anos, a construção de ‘barraginhas' tem se consolidado como alternativa para evitar a erosão do solo e armazenar água nas regiões mais secas de Minas Gerais. Em Janaúba, município do norte do Estado que sofre com os períodos de seca, existem cerca de 600 unidades construídas. Elas beneficiam 200 famílias, que utilizam a água das minibarragens para criar os animais. “Antes a gente ia longe para pegar água para o gado. Agora, está tudo mais fácil, a água está mais perto e em volta dos poços nasceu capim que serve para alimentar os animais”, diz a líder comunitária do distrito de Jatobá, Marli Barbosa Oliveira. Como as chuvas em Janaúba são bastante escassas, a água infiltrada no lençol freático da zona rural do município ainda não foi suficiente para irrigar as culturas de subsistência. Mas algumas cidades do Vale do Jequitinhonha – região mineira que também sofre com a seca - já utilizam a água represada pelas ‘barraginhas' para irrigar a lavoura. Em Minas Novas, foram construídas cerca de 2 mil minibarragens, beneficiando 400 famílias que vivem da agricultura de subsistência. “A questão no semi-árido é saber aproveitar a água que cai no curto período de chuvas e a tecnologia das 'barraginhas' mostra que isso é possível”, assinala frei Natalino, da paróquia de Minas Novas (MG) e um dos responsáveis pela difusão do projeto na cidade. Além de levar água ao semi-árido, as ‘barraginhas' são indutores da mobilização, já que a população se organiza em torno da construção. O sucesso do projeto implantado em Minas Novas já despertou, inclusive, o interesse do governo italiano. Ainda este mês, uma missão de técnicos daquele país vai à cidade para conhecer a experiência local. “Eles estão dispostos a financiar a construção de novas ‘barraginhas'”, diz frei Natalino. Meio ambiente Além de irrigar lavouras e ser fonte de água para a criação de animais, as ‘barraginhas' são instrumentos para conter a poluição dos cursos d'água. Em Buritis, noroeste mineiro, o sistema de contenção evita que as águas das enxurradas levem os fertilizantes das plantações de sorgo e soja para o leito do Rio Urucuia. “É um mecanismo fantástico de gerenciamento dos recursos hídricos”, diz o engenheiro agrônomo e presidente da Comissão do Comitê da Bacia do Rio Urucuia, Júlio César Ayala Barreto. Segundo ele, a situação do rio poderia ter se agravado nos últimos anos, caso não tivessem sido instaladas ‘barraginhas' no município. Lançamento A difusão das ‘barraginhas' para outras regiões do semi-árido brasileiro vai ganhar impulso com o lançamento, nesta quinta-feira (14), em Brasília, da Rede de Tecnologias Sociais (RTS). A expectativa é que esses minipoços, cujo tamanho varia de 16 a 20 metros de diâmetro por 1,5 metro a 2 metros de profundidade, sejam implantados no semi-árido nordestino e em alguns estados do Norte do País. Para construir uma ‘barraginha', são cavados poços em seqüência, tendo em vista os veios capilares do terreno, locais por onde correm as enxurradas e há a inclinação do solo. A água represada evita a erosão, abastece pequenos regos, córregos e lençóis freáticos, podendo ser usada por animais e para irrigação das lavouras.


  Aarstiderne ­ a entrega em domicílio Dinamarquesa que deu certo  A Aarstiderne, empresa que atualmente distribui cerca de 35 mil cestas de produtos orgânicos em domicílio por semana e emprega 110 pessoas, teve seu início em 1999.  Tudo começou com uma pequena horta, no oeste Dinamarquês, abastecendo 100 famílias nos arredores. Hoje, a empresa se tornou um canal de escoamento para centenas de agricultores orgânicos locais e de outros países e atende cerca de 1% da população da Dinamarca.<O:P> </O:P><O:P></O:P>
O sucesso alcançado é mérito dos  fundadores da empresa,  que constataram haver uma demanda reprimida de produtos orgânicos, pela falta de oferta de variedade e de qualidade. Iniciaram então o trabalho, sempre com a participação dos clientes e com a parceria com um chef de cozinha, que ajudou a desenvolver e divulgar receitas com o que era produzido.
O comércio  A idéia central é a entrega de produtos orgânicos na porta da casa do consumidor que sabe valorizar a qualidade, sabor e que tenha interesse em participar de um mercado sustentável solidário e pessoal.<O:P> </O:P>
O número de itens comercializados já passa de 600 e são entregues, acompanhados de receitas e comunicados a respeito dos produtores, da qualidade dos produtos e da própria empresa.<O:P> </O:P>
Para Aarstiderne, sustentabilidade significa que os produtores e os consumidores dividem riscos. No início, quando não havia capital algum, antecipavam até 3 meses de assinatura, hoje é comum anteciparem ao menos 1 mês. A recompensa dos consumidores tem sido o comprometimento ilimitado com a qualidade dos produtos.<O:P> </O:P><O:P></O:P>
Os preços pagos,  são considerados justos, mas o que seduz o consumidor Aarstiderne não é o valor pago, e sim a qualidade, a agilidade, o compromisso social e ecológico, enfim os valores intrínsicos não apenas ao produto, mas a todo trabalho da longa cadeia que vai do solo ao prato.<O:P> </O:P><O:P></O:P>
Os produtores atualizam constantemente a noção do que o consumidor procura, por outro lado, forma-se uma compreensão por parte dos consumidores das variações sazonais e dos desafios climáticos que o produtos enfrentam ano após ano. A troca de informações estabelecida, favorece uma relação de confiança e a fidelidade entre as partes.<O:P> </O:P>
A diversidade como paradigma  Não só para a produção, a biodiversidade tem sido essencial, também no campo da distribuição, procura-se trabalhar com públicos diferentes, mesmo se forem aparentemente distantes do público alvo tradicional. Desta maneira, o projeto de cooperação e distribuição em escolas pública e instituições, por exemplo para a Cruz Vermelha, tem sido encarados com o mesmo entusiasmo, com o qual entregam as caixas diretamente ao consumidor final.<O:P> </O:P><O:P></O:P>
A Aarstiderne, tem atuado fortemente em programas de reflorestamento, programas sociais e educacionais, voltados ao resgate do enorme passivo ambiental e social que o desenvolvimento industrial deixou para as futuras gerações.<O:P> </O:P><O:P></O:P>
Dada a pequena dimensão da Dinamarca, a Aarstiderne, compra hoje a produção de outros paises, e após a construção da uma ponte ligando ao sul da  Suécia, já foi iniciada a entrega de cestas para famílias Suecas. O crescimento não pára, em prol de um futuro mais sustentável.<O:P> </O:P>
fontes: http://www.planetaorganico.com.br/newmercd16.htm
Revista Agroecológica ­ nº 26 ­ Set. 2004 www.aarstiderne.com

SDS.

Alexandre Franco

www.seiaa-ambiental.com

Resultado na Alemanha foi melhor que o previsto
Brasil fecha US$ 31,4 milhões em negócios em feira de orgânicos DA REDAÇÃO
Com um total de US$ 31,4 milhões em negócios fechados para os produtos brasileiros, o resultado da Biofach, maior feira mundial de produtos orgânicos, encerrada no domingo em Nuremberg, na Alemanha, foi melhor que o esperado para o Brasil, que esperava US$ 30 milhões. Durante a feira, a Apex (Agência de Promoção de Exportações do Brasil) resolveu mudar o foco de suas investidas: em lugar de tentar atrair grandes redes varejistas com seções de orgânicos, conversou com pequenas cadeias especializadas nesse tipo de produto, diz Juan Quirós, presidente da agência. E pretende trazê-los ao Brasil em breve para que conheçam produtores de mercadorias que eles mostraram interesse. Além disso, diz Quirós, o potencial de produção do Brasil interessou a empresários para se tornarem processadores de orgânicos no país, mas eles querem também cativar o mercado interno. "Os empresários argumentam que eles não podem fazer os investimentos no Brasil só para ele ser base de exportação", afirmou. Por isso, segundo ele, nas duas feiras de orgânicos que serão realizadas neste ano no Brasil -em maio, em São Paulo, e em novembro, no Rio-, o público em geral poderá entrar, degustar e aprender um pouco mais sobre produtos e processos orgânicos, para criar cada vez mais familiaridade com esse tipo de produto.


fontE - www.folha.com.br - 01/03/05

LabConsS - www.ufrj.br/consumo

           Brasil quer reduzir as barreiras a orgânicos
Graça Magalhães-Ruether Correspondente
BERLIM. O país vai trabalhar com a Alemanha para a redução na Europa das tarifas de importação sobre produtos orgânicos brasileiros. A decisão foi tomada durante encontro dos ministros brasileiros Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento) e Roberto Rodrigues (Agricultura) com a ministra alemã Renate Künast, por ocasião da abertura da BioFach de Nuremberg, a maior feira de produtos orgânicos do mundo, que este ano tem o Brasil como tema principal.
De acordo com Furlan, a participação brasileira na feira já está trazendo vantagens. A proposta a ser apresentada é de redução ou até eliminação das tarifas, para que o Brasil, que é o sexto maior produtor de orgânicos do mundo, possa aumentar as suas exportações para a Europa — que é com os Estados Unidos um dos maiores importadores dos produtos cultivados sem o uso dos agrotóxicos.
Para a ministra alemã, que pertence ao Partido Verde, a produção e a comercialização dos produtos orgânicos são um dos melhores meios de resolver o problema das populações pobres dos países em desenvolvimento.
— Uma globalização justa precisa de qualidade, responsabilidade e transparência —- disse Renate.
No ano passado, o setor de orgânicos movimentou no mundo inteiro US$ 26,5 bilhões. O Brasil, com cerca de US$ 100 milhões, ainda tem muita margem para crescer.
— Esperamos com esta feira duplicar nossos negócios -- disse Juan Quirós, presidente da Agência de Promoção das Exportações do Brasil (Apex).
No ano passado, os 47 participantes brasileiros na feira, sobretudo pequenas empresas, fecharam US$ 15 milhões em negócios.
fontE - www.oglobo.com.br - 25/02/05

LabConsS - www.ufrj.br/consumo


Setor não está regulamentado dentro do país DA REDAÇÃO
No final de 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a lei 10.831, que define produto orgânico como "aquele obtido em sistema orgânico de produção agropecuário ou oriundo de processo extrativista sustentável e não prejudicial ao ecossistema local". Em seu artigo 3º, a lei diz que, "para sua comercialização, os produtos orgânicos deverão ser certificados por organismo reconhecido oficialmente, segundo critérios estabelecidos em regulamento". Que ainda não saiu. Para ter uma idéia do que isso representa, neste momento o Brasil pode ter diversos produtos orgânicos reconhecidos nos três maiores mercados mundiais -EUA, Japão e Alemanha-, mas não tem como certificar ainda um produto para o mercado interno. E, com isso, há a possibilidade de haver orgânicos "piratas", pois, embora a lei existente preveja multa e suspensão, não há como fiscalizar e impedir um produto não-orgânico de assim se "auto-intitular". O que, no entanto, não impede o país de exportar. "Para os compradores, importa se o produto está de acordo com a certificação de seu país", disse Marcello Brito, da Agropalma, que vende seus óleos de palma orgânicos na Europa e nos EUA. Mas não é ruim para a imagem do Brasil não ter -mais esse- marco regulatório no setor na hora de vender lá fora? Responde Rachel Soraggi, da Cia Orgânica: "Eles [os estrangeiros] não sabem que não temos regulamentação por aqui". Por enquanto, os produtores seguem sem poder fazer sua certificação interna. Mas ainda bancam as inspeções anuais das certificadoras existentes no país para poder vender seu produto sem sustos no mercado externo. E isso inclui a exposição na Biofach, onde, segundo Thomas Timm, da Câmara Brasil-Alemanha, um produto pode ser barrado se a organização da feira constatar que ele não obedece às especificações para ser considerado orgânico. (FSL)


fontE : www.folha.com.br - 22/02/05

/04/04/2005/ Governo do Paraná faz alerta sobre origem
de fertilizantes orgânicos


O crescimento da produção orgância na região Sudoeste e a
crescente
demanda por fertilizantes orgânicos levou a Secretaria de Estado
da
Agricultura do Paraná, através da Divisão de Defesa Sanitária
Vegetal, a
divulgar alerta sobre o perigo de alguns "adubos". Segundo o
engenheiro
agrônomo Paulo Pazin Marques, do Núcleo Regional de Francisco
Beltrão,
nos últimos anos se observou uma prática comum de destinação de
qualquer
tipo de resíduo para a produção de adubo orgânico.

Conforme Paulo, nem todo resíduo (industrial, agrícola, urbano,
etc.)
pode ser destinado à agropecuária.

– A exemplo do lodo de esgoto urbano, existem riscos de
disseminação de
doenças e de contaminação da água, do solo, do homem entre outros
animais e dos vegetais – completou.

No final do ano passado foi editada no Paraná instrução normativa
que
define e normatiza as especificações e as garantias, as
tolerâncias, o
registro, a embalagem e a rotulagem dos fertilizantes orgânicos
simples,
mistos, compostos, organominerais e biofertilizantes destinados à
agricultura.

Segundo a lei, fertilizante orgânico é todo o “produto de
natureza
fundamentalmente orgânica, obtido por processo físico, químico,
físico-químico ou bioquímico, natural ou controlado, a partir de
matérias primas de origem industrial, urbana ou rural, vegetal ou
animal, enriquecido ou não de sais minerais”.

Durante o ano de 2003, a Seab coletou em Cascavel e Ponta Grossa
amostras de adubos orgânicos cuja matéria-prima é a cama de
aviário
contendo Maravalha (resíduo da indústria de beneficiamento da
madeira).
O resultado das análises acusou a presença de resíduos do produto
tóxico
Pentaclorofenol, que é utilizado para tratamento de madeira.
Altamente
persistente no meio ambiente, o produto oferece riscos à saúde
humana e
pode causar câncer e problemas de pele.

Marques acredita que alguns pontos da lei precisam ser destacados
e
devem servir como orientação aos produtores rurais. A
recomendação é
utilizar maravalha e serragem somente de madeira sem resíduos de
agrotóxicos (de tratamento da madeira), seja na cama de animais
ou como
matéria-prima para a produção de adubos orgânicos.

– Além disso, a nota fiscal de comercialização e embalagens de
cama de
aviário deve mencionar que o seu uso é proibido em pastagens e
capineiras – ressaltou Paulo Maia.

A legislação, segundo ele, deveria ser conhecida por todos os
segmentos
envolvidos no fomento e desenvolvimento da agricultura orgânica.

/Do Agrol Notícias, com informações do governo do Paraná/

No Ramal Floresta em Noticias Florestais e Ambientais - http://www.agrisustentavel.com/floresta/noticia

  • Somem US$ 15 milhões em madeira sob guarda do Ibama -somem

Ambiente Brasil - 01/03/2005 ( http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=18206 ) Estudos ligam agricultura a efeito estufa
A maior intervenção artificial no ambiente já realizada, com enorme perda de biodiversidade e vasta redução de áreas florestais ao redor do mundo, pode também afetar fortemente o processo que está levando ao aquecimento global. A agricultura, atividade cujo impacto no clima ainda é vastamente desconhecido, está pouco a pouco sendo destrinchado por um grupo de cientistas brasileiros. Os resultados poderão ajudar no combate à mudança climática.
Os estudos começaram em 1998, e o objetivo principal é descobrir basicamente o quanto a atividade agrícola contribui para a emissão de gases causadores do efeito estufa, fenômeno que permite a entrada de radiação solar pela atmosfera, mas não a saída de calor refletido pela superfície da Terra, aquecendo o planeta. O principal gás estufa é o dióxido de carbono (CO2), o mesmo que vem embebido nos refrigerantes e que é exalado na respiração.
O solo utilizado na agricultura passa a ser um emissor de CO2 principalmente no momento em que a terra está "descansando", livre de vegetação, na época das chuvas, antes da época do plantio. Mas ninguém sabe muito bem o quanto é emitido em gás carbônico. "As estimativas vão desde a algo próximo de zero a até o correspondente a 40% de toda a atividade industrial", diz Newton La Scala Junior, físico que coordena o estudo na Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp, em Jaboticabal (interior de SP).
Claro que a agricultura tem pelo menos um efeito benéfico ao clima: as plantas são capazes de absorver CO2 atmosférico e convertê-lo em oxigênio, via fotossíntese. Se é o suficiente para compensar os danos que ela produz quando a terra descansa, estudos ainda terão de mostrar. "Nosso principal objetivo é gerar conhecimento sobre o assunto, pois há muitos dados pouco conhecidos sobre a emissão de CO2 no solo de áreas agrícolas", afirma o cientista.
Alguns resultados interessantes já foram obtidos. O grupo já sabe, por exemplo, que fatores inerentes à composição do solo afetam a quantidade de gás carbônico que ele emite. "Se o solo tiver mais ferro, na forma de hematita, por exemplo, como o solo que se vê no interior de São Paulo, mais avermelhado, ele emitirá menos gás carbônico, porque terá atividade microbiana menor", diz.
Outra coisa que pode afetar é a forma como a terra é preparada para o plantio. "Também temos mostrado que diferentes sistemas de preparo têm impacto variável na emissão de gás carbônico", conta o cientista. "Coisas como o uso de enxada rotativa, a velocidade do trator, a velocidade das pás, tudo isso afeta a ação do solo na emissão de CO2."
Segundo La Scala, existe o potencial para, com a adoção de estratégias corretas, tornar o solo de uma plantação tão bom para a retenção de dióxido de carbono quanto o solo das florestas, campeãs nesse quesito. Ou seja, a atividade agrícola poderia passar de bandido a mocinho climático.
Com os avanços, La Scala espera que em breve as pesquisas poderão fornecer subsídios para a criação de padrões para plantações "climaticamente corretas", que emitam o mínimo possível de CO2 na atmosfera. Com isso, seria possível incluir projetos agrícolas no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, elemento do Protocolo de Kyoto que prevê cotas de "créditos de carbono" para empreendimentos de cunho ambiental que reduzam emissões de CO2.  (Salvador Nogueira/Folha Online)




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  • Monsanto comprará empresa de sementes por US$ 1 bilhão 240105b
  • Lavouras de soja começam a ser vistoriadas no Estado 220505
  • Fetag pára de negociar royalty 220205b
  • Japão deve reforçar regras sobre culturas transgênicas 170205

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nome: Jos Arnaldo

assunto: Venda de mel

duvida: Sou apicultor e estou com dificuldades de comercializao. Ficarei grato se fizer contato com compadores de mel. Nossos apirios esto localizados em rea de caatinga, no semi-rido de Alagoas. Nosso mel 100% orgnico. Estamos em pleno perodo de safra, com seis (6) toneladas j colhidas e mais umas dez(10)toneladas at o final da safra.
Aguardo contato.
Obrigado.
Z Arnaldo.



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É um serviço de Cristiano Cardoso e L&C Soluções Socioambientais

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