Portugal não consegue suprir sua demanda por pellets

Portugueses consumidores de pellets de biomassa têm sentido dificuldades em adquiri-lo. Os dias frios ocorridos nas últimas semanas em Portugal têm desencadeado verdadeiras corridas às lojas que, esporadicamente, conseguem receber encomendas feitas à indústria nacional.

A maior parte dos distribuidores portugueses principalmente armazéns ligados à construção, estão há vários dias sem  pellets para entregar.

O problema, dizem os industriais, está na indisponibilidade dos distribuidores em criarem stocks suficientes para atender a picos de procura.

“Em Portugal os distribuidores limitam-se a fazer encomendas de acordo com necessidades pontuais”, explica João Ferreira, da Associação Nacional de Pellets de Portugual.

Muitas vezes essas necessidades conflituam com os planos de produção previstos pela indústria, obrigada a atender os contratos de fornecimento aos clientes estrangeiros. Sem stocks e sem conseguirem obter respostas rápidas para as suas encomendas, as distribuidoras ficam sem produto para vender.

Para as distribuidoras, porém, as causas da ruptura são outras. De forma oficiosa, avisam que a ruptura no abastecimento se explica por duas razões: por um lado, a indústria privilegia o mercado externo, onde consegue preços mais elevados; por outro, alegam, o seu potencial de abastecimento ficou severamente afectado com os incêndios do último Verão.

Fonte:Público pt em 20-03-2018


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