Biodigestão é melhor alternativa a lixões do que aterros, diz especialista

Processo tem menos custo e pode ser feito em menor escala

Gás é convertido em energia, tanto para carros quanto elétrica

A luta do Brasil para fechar seus lixões e construir aterros sanitários é uma corrida para o século 20. É o que diz a professora de gestão ambiental da USP, Sylmara Gonçalves Dias. Para ela, o mundo caminha para aplicar regras do século 21, onde o destino para os resíduos orgânicos é a biodigestão.

“A política do aterro amarra o município a pensar em 1 consórcio, mas há outras saídas”, diz Sylmara, completando:

“Pensamos em algo que favoreceu a indústria de limpeza urbana, porque eles têm a tecnologia de aterro e não querem perder o ganha pão, mas o aterro custa muito para o Estado.”

Já o processo de biodigestão é menos custoso, porque pode ser feito em menor escala. Ele ocorre em grandes tanques, que funcionam como uma panela de pressão, onde a matéria orgânica (restos de alimentos) é decomposta. Do procedimento é gerado 1 gás que pode ser convertido em energia, tanto para automóveis quanto elétrica. Como 60% do lixo produzido no país é resíduo orgânico, a matéria-prima para essa fonte de energia é imensa.

Fonte: Poder 360 em 04.nov.2017 por Paloma Rodrigues e Douglas Rodrigues

 


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