Avaliação de extratos vegetais no controle de mosca-branca,Bemisiatabaci biótipo B em abóbora

Bruno Marcus Freire Vieira Lima¹, José Osmã Teles Moreira² e Carlos Alberto Aragão³

¹Parte da Dissertação de Mestrado do curso de Pós-Graduação em Horticultura Irrigada do primeiro autor defendida na UNEB

²Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais/UNEB, Campus III, av. Edgard Chastinet, s/n, São Geraldo, Juazeiro-BA, Brasil, 48.905-680,[email protected]

³Departamento de Tecnologia e Ciencias Sociais/UNEB, Campus III, av. Edgard Chastinet, s/n, Sao Geraldo, Juazeiro-BA, Brasil, 48.905-680,[email protected], [email protected]

RESUMO

 

 

A abóbora (Cucurbita moschata Duch.) é uma cultura de importância para a agricultura familiar da região Nordeste do Brasil. No entanto, a ocorrência do prateamento das folhas da aboboreira ocasionado pela mosca-branca, Bemisiatabaci biótipo B limita sua produção, causando prejuízos aos agricultores. O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiênciade extratos vegetais sobre o nível populacional de ninfas de mosca-branca em abóbora cv. Jacarezinho. O experimento foiinstalado em campo experimental, em blocos casualizados, constituído de seis tratamentos e três repetições. As aplicações dosextratos vegetais foram feitas com intervalo de sete dias, fazendo-se uso de substâncias extraídas das seguintes plantas: canudo(Ipomoea carneasubsp. fistulosa), mamona (Ricinus communisL.), tinguí (Mascagnia rigidaGriseb), cardo-santo (ArgemonemexicanaL.), e o óleo comercial Natuneem®.Todos os extratos vegetais obtiveram eficiência no controle de ninfasB. tabaci,sendo oR. communis (75,49%),M. rigida (73,99%),I. carnea (72,24%), óleo de nim (70,4%) eA. mexicana (69,16%).

 

FonteRevista Ciência Agronômica, v. 44, n. 3, p. 622-627, jul-set, 2013

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